Tag Archive for 'Twitter'

Das bobeiras deliciosas

Faz muuuuito tempo que não faço posts bobinhos, curtinhos, cheios de links aqui no Go to Heaven. A culpa é do Twitter: pra que fazer um post no blog se posso resolver repassando o link em 140 caracteres? Só que duas “homenagens” chegaram até mim no mesmo dia e seria um crime não registrar por aqui.

rubberduckzilla

Se eu gosto de patinhos de borracha? Dá uma olhada no layout desse blog e no meu Twitter!

A primeira é a campanha japonesa de uma bebida da Coca-Cola Company chamada Oasis (curti o nome). Uma coisa entre o isotônico e o suquinho “pra quem não gosta de água”. O garoto propaganda é um patinho de borracha gigante, o Rubberduckzilla. O bicho é meio estressadinho e, assim com o Godzilla, quer destruir Tóquio. Sabe filme trash japonês com monstros gigantes? Então, agora troca o monstro por um patão enfezado. Pronto, foi o suficiente pra enternecer meu coraçãozinho. E o site ainda tem joguinhos de realidade aumentada em que você pode assumir a persona do pato! Via @venetiglio.

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A segunda é uma garrafa de vodka ultra-premium, cheia das frescuras, batizada de LiV Vodka, produzida na região de Long Island.  Preciso urgentemente de uma dessas lá em casa.Via @raizabruscky.

livvodka

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Lily Allen de cara nova

lily_remixed

Nah, aparentemente a desbocadinha do pop não retocou o rosto com botox e plástica, mas seu recém-lançado (e ótimo!) disco “It’s not me, it’s you” ganhou uma versão inteiramente repaginada. “Lily Allen Remixed” traz releituras feitas por Fritz Von Runte – ou simplesmente Doc Fritz -, que trocou o calor senegalês do Rio por Manchester. “The Fear” ganhou versão orquestrada e grandiosa, “Not Fair” tá mais lo-pro e agora você pode mandar um belo “Fuck You” pra quem quiser em ritmo de Bossa Nova (ou “Fossa Nova”, como ele chama. Até que faz sentido). Ainda tem levada dub, em EBM, House, Electro… para tudo quanto é gosto.

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O trabalho todo levou um mês para ficar pronto e, nesse meio tempo, Fritz deixou de fazer a barba e só saiu de casa quatro vezes. Para comprar comida. No site oficial do projeto, Doc Fritz disponibiliza o disco inteiro para download, junto com os vídeos também remixados, o link para a página para o Facebook e rola até uma promo pra galera oldschool ganhar o trabalho prensadinho em CD através do Twitter. Ah, o disco tem versões que ainda não foram lançadas na rede!

Parece que a Lily já baixou a sua cópia, mas até agora não deu pinta sobre o que achou do trabalho no próprio Twitter. Mas, do jeito que a sujeita é linguaruda, já já ela fala alguma coisa.

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O “Lily Allen Remixed” foi mais um entre os vários projetos musicais de Doc Fritz, também conhecido por Pete Zarustica. Como Pete, ele assinou o bombadíssimo “The Beatles Hate” (sim, aquele que você e outras 16 milhões de pessoas baixaram), o “The Beatles Hell”, o “Renegade Boys – Beastie Sound Wave” e ainda a gigantesca coleção de mashups Lycantropii, que começou como uma espécie de protesto contra a invasão dos Estados Unidos ao Iraque (é, pois é) e acabou virando uma série de coletâneas natalinas lançadas em 2003, 2004 e 2005. Pode apostar que você já ouviu uma das 60 faixas nas festinhas por aí.

Todos esse projetos foram lançados sob o selo Marshall Records.

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tOdU munDu xXxoRAnU!!!!!

Estava conversando com o Arnaldo sobre shows e, no meio do papo, ele me contou das apresentações do Ramones no Brasil que ele deu mole e não foi conferir. Listando todas as vezes que o quarteto punk tocou por aqui, Arnaldo lembrou do seguinte episódio:

Setembro de 92 – No Rio de Janeiro, durante um show da banda Ramones que reuniu 3.000 pessoas, skinheads jogam bombas de gás lacrimogêneo no palco, arrancam fios elétricos e placas de gesso do teto. Cerca de 20 pessoas ficam feridas, entre elas Danielle Lussac, que sofreu ruptura no baço, fratura no torzelo esquerdo, sangramento nos olhos e ouvidos.

O episódio foi trágico, condenável, absurdo e tudo o mais, mas com o distanciamento foi impossível não ouvir as tags “show do Ramones” + “gás lacrimogêneo” provocando o maior chororô e criar uma imagem mental do que seria… o NASCIMENTO DO MOVIMENTO EMO.

Infame e meio “fantástico mundo de Bobby”, a divagação acabou rendendo o cartum abaixo, que só funciona com essa explicação sem graça.

cartum_ramonesIdéia desta que vos fala e execução de Arnaldo Branco

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Em tempo, a melhor banda emo de todos os tempos está no Twitter. Sigam os Mommy’s Boys de Allan Sieber: @mommysboys4ever. É bom frisar que o título deste post foi redigido com a imprescindível ajuda do Miguxeitor.

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Presentinhos bacanas

Cansado de ficar babando nas lojas gringas  que não entregam pro Brasil – como a FredFlare, Fred & Friends, Kikkerland e similares – feito cachorro na frente de forno de frango de padaria? Pois a gente já tem vários produtos gringos bacanas em lojas virtuais como a Século 22 e O Segredo do Vitório. A primeira tem uma loja física em Ipanema, aqui no Rio. A segunda  é de Curitiba e vive fazendo promoções-relâmpago para clientes cadastrados através do Twitter. Além disso, as duas vendem vários produtos iguais e a concorrência é sempre saudável para o mercado, não é mesmo, minha gente?

Sabe aqueles produtinhos legais de design que você já viu em tudo que é blog especializado por aí? Pois é, é disso o que eu estou falando. Dá uma olhada dos achados que saíram dos dois sites:

Em ordem, nas duas primeiras linhas: bolsa Raio-x, gancho de parede Kitsch, Holy Toast (perfeita para quem vive dizendo que vê Jesus, Maria e José em tudo), forma de gelo em forma de dentadura, copos Pick Your Nose e o Little Thinker de O Grito, do Munch. À venda n’O Segredo do Vitório.

Nas últimas linhas: cofre de porquinho com coroa, Cassete Tote (que eu já mostrei aqui), capacho imitando a tampa de bueiro de Paris, patinho de borracha estampado com coraçõezinhos e rádio em formato de caça-níqueis. Todos do Século 22.

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Casa do Big Brother é invadida por zumbis

Imagine aquela casa no Projac sendo invadida por zumbis...

Imagine aquela casa no Projac toda suja de sangue e tripas

Pode parar de torcer o narizinho elitista: a nona edição do Big Brother Brasil acabou de acabar e, como acontece há quase uma década, é praticamente impossível escapar imune de informações sobre a tal casa mais vigiada do Brasil. Aquelas pessoas com quem o país inteiro convive por três meses e de quem todo mundo acaba esquecendo antes da próxima edição são assunto no ônibus, na portaria, no bar, no Twitter e nos blogs por aí.

Se o peitinho que Fulana paga ou o barraco do Beltrano repecutem tanto, imagine o bafafá que não daria se a casa fosse invadida por zumbis. É, zumbis. Aqueles seres mortos-vivos que se alimentam de vísceras humanas e não fazem nada da vida (ou da morte) além de parasitar os que ainda não caíram em desgraça – ok, a rotina não é muito diferente da de um Big Brother.

Para quem tem crises de abstinência do vício de xeretar a vida alheia em reality shows e curte um programa trash, uma boa saída é a minissérie inglesa “Dead Set”. Mas nem se apegue muito: ela dura apenas 5 episódios de vinte minutos cada.

Agora continuaremos com a 2ª Parte de Dead Set, que contém linguagem forte e cenas horríveis de violência, perturbadoras para alguns. Este filme será mais bem assistido em widescreen e em alto e bom som e deve ser visto num quarto escuro.

Na história, exibida na TV britânica no final de 2008, enquanto os confinados estão na reta final do Big Brother, a população humana da Inglaterra – e do mundo! – está sendo devorada por zumbis. Dentro da casa, obviamente, ninguém sabe de nada.

Uma das cenas mais incríveis do seriado – e aquela que vai te fazer assistir a tudo até o fim – é a que mostra os participantes dançando “Grace Kelly”, do Mika. Todos estão melancólicos em uma festa depois da eliminações de um dos seus best friends forever da última semana. Enquanto o hit toca dentro da casa, do lado de fora o que se vê é uma verdadeira carnificina promovida por zumbis (sim, eles estão mortos, mas têm fôlego de atletas).

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Para ver o vídeo, clique aqui

Os confinados só se dão conta do que está acontecendo com o mundo real quando um zumbi espertinho invade a casa e é assassinado por uma mocinha que trabalha nos bastidores do programa, Kelly, a única que sabia de tudo. No começo, eles achavam que era alguma pegadinha da produção – alô, Boninho! – para fazê-los apertar o tal botão vermelho e sair da casa, mas vendo o estado em que uma coleguinha ficou depois de ser mordida pela criatura estranha, o plano de cada um ali muda drasticamente. Da sanha em ser celebridade instantânea do momento, todo mundo passa a ser preocupar em salvar sua pele.

O Pedro Bial do BBB deles acabou sendo atacado

O Pedro Bial do BBB deles acabou sendo atacado

A fotografia é sombria, os diálogos são pontuados por referências da cultura pop e imaginar como seria o Pedro Bial caso fosse atacado por zumbis pode render boas imagens mentais. Fora reconhecer na ficção aqueles estereótipos da realidade tendo que enfrentar situações típicas de filmes de terror B. Ou seja, você já sabe o que vai acontecer nos próximos segundos e tudo colabora para que você fique tenso. É como se “Madrugada dos Mortos” encontrasse “Ensaio sobre a Cegueira”, já que os únicos vivos que sobram acabam perdendo o senso de humanidade.

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Quer conhecer os personagens? Tem a produtora-mocinha, o travesti, o fortão, o rapper, o indiano – sempre vai ter um personagem indiano em qualquer produção inglesa -, o produtor carrasco, a loira burra, a gostosona, o velho babão… o site oficial tem a ficha completa de todos eles, incluindo os perfis no Facebook, troca de e-mails e até clipping das matérias fictícias “publicadas” sobre os participantes.

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Apesar de restrições orçamentárias, a minissérie foi super-hiper bem produzida. A cena da eliminação de Pippa logo no primeiro episódio foi realmente gravada nos estúdios do Big Brother inglês, usando como figurantes o público que foi participar do paredão que eliminou a candidata Belinda Harris-Reid.

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Sei que é meio óbvio, mas é bom avisar que a série é desaconselhada para quem tem aversão e nojinho a seres comendo tripas humanas. Se mesmo assim você quiser ver, é só procurar em qualquer Torrent da vida, mas tenha certeza de que a versão que você baixou sincroniza com as legendas, que não são tantas assim.

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Para ler também:

:: Nick Hornby for kids

:: Seen on TV

:: Quando as cópias são bem-vindas

:: Astigmatismo

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I’ve got a pocket full of pretty green

“Eu não vou vender nada que eu não usaria” – Liam Gallagher

É com essa mensagem simpática que Liam Gallagher, o já não tão jovem líder do Oasis, recebe os visitantes do site de sua grife. É, grife. Agora além de cantar com as mãos para trás, ele também “faz” e vende roupas.

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O nome? Pretty Green, título de música do The Jam, cujo líder, Paul Weller*, é ídolo, inspiração e amigo dos mal-afamados caras de Manchester. O motivo? Ora, Liam quer compartilhar com homens do mundo inteiro o seu estilo.

Tá achando que é brincadeira? Então se liga na declaração: “roupas e música são minhas paixões. Eu não estou aqui para imitar ninguém e nem pelo dinheiro. Estou fazendo isso porque é difícil achar esse tipo de roupa por aí e são roupas que eu usaria”. Nada mau para um cantor que se veste bem, definido pela própria equipe como o “frontman mais icônico da nossa geração”.

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Pois é, as roupas da Pretty Green terão edição limitada, mas a linha é extensa. Segundo eles, vai ter de sapato a trench coats, passando por jeans, camisetas, chapéus e os marcantes lenços que o vaidoso frontman do Oasis não tira do pescoço. Tudo com aquele jeito mod-moderninho que Liam adora desfilar por aí.

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No site tem fotos do Liam e da futura coleção: http://migre.me/jDH

Quer ver o próprio falando sobre o novo empreendimento? Dá uma olhada no vídeo abaixo! Só não garanto a total compreensão do inglês mais enrolado de toda a grã-bretanha.

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No site da marca, Liam ainda mantém um canal aberto com os fãs. Quem se cadastra na Pretty Green pode mandar perguntas que ele responde através de vídeos! Quer mais? Pois depois que o Noel criou um blog, seu irmãozinho aderiu ao Twitter para falar sobre a marca, a turnê da banda e até sobre coisas pessoais como disfunções intestinais. Ah, claro, ele assina todos os twits com suas iniciais, uma coisa bem @vitorfasano, sabe?

Além do site e do Twitter, a Pretty Green tem página no Facebook e no MySpace. Cool.

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Tudo bem que a música que deu nome à marca se refere a d.i.n.h.e.i.r.o, mas como rico o Liam já está há pelo menos 15 anos, parte do que for arrecadado com as vendas vai ser destinado a instituições de caridade. Fofo.

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prettygreen_3* Por falar no líder do Jam… no mês passado, o Oasis lançou encartado no jornal britânico The Times o disco ao vivo “The Dreams We Have As Children”, com versões acústicas gravadas ao vivo pelo Noel acompanhado do colega guitarrista Gem Archer e com participação de Paul Weller. Entre as faixas, “Fade Away” (de onde saiu o verso que batiza a coletânea), “Half the World Away”, “Sad Song”, “Wonderwall” (na versão do Ryan Adams!) e covers de “All You Need is Love”, de vocês sabem quem, “There’s a Light That Never Goes Out”, dos Smiths e “The Butterfly Collector”, do próprio Jam.

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E o show? Vocês vão? :)

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Para ler também:

:: Noel is Blogging

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