Archive for the 'viagem' Category

I’m in Europe

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Você tá indo para a Europa em setembro? Não? Pois o casal Fritz e Gillian - ele, brasileiro. Ela, inglesa – mora junto em Manchester e vai dar um rolê pelos países vizinhos durante o mês de férias. Geek que só, a dupla vai aproveitar a viagem pra botar em prática um projetinho simples e simpático: de cada parada, eles vão enviar cartões postais para aqueles que se dispuserem a pagar pelo mimo – que custa de 2 a 5 euros.

São três opções de “pacotes” no projeto I’m in Europe: em um deles, Fritz e Gillian desenharam seus próprios postais e vão enviar um por um a cada localidade visitada. Há também a opção de receber um típico cartão postal nativo comprado nas cidades de Manchester (o ponto de partida), Bruxelas, Turin, Girona, Barcelona, Tarragona, Memmingen e Dublin. Perfeito para os colecionadores (sim, conheço vários!).

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A dupla viajante

Se você preferir tirar uma ondinha com os amigos e dizer que esteve lá, os dois ainda te dão a opção de mandar um postal em seu nome pra quem você quiser. “Escolha uma das nossas caligrafias (ou ambas, se vocês forem um casal) e nós podemos mandar um cartão para alguém que você goste (ou não) direto da Europa, como se fosse você”, eles avisam. No site dá até pra ver exemplos escritos a mão por cada um.

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Você escolhe quem vai escrever seu postal

Bacana, não? Até agora 191 pessoas (e contando…) se inscreveram e pagaram pra receber seus postais. A dupla ainda usa o site super bonitinho pra tentar encontrar pessoas dispostas a doar sofás, camas e/ou colchonetes em que possam se jogar em cada um dos destinos. Se quiser saber mais sobre o projeto, dá uma olhada no blog, no Twitter e na página do Facebook da empreitada. Antes, eles já tinham catalogado uma viagem pelos Estados Unidos através do LA to NY. Boa maneira de fazer amigos, arrumar abrigo e ainda ganhar um troco pra gastar na viagem.

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Dicas para cariocas* perdidos em São Paulo – parte III de III

*(ou sergipanos, ou catarinenses, ou amazonenses ou mesmo paulistas…)

Control-freak do jeito que eu sou, tento sempre planejar cada passo das minhas viagens. Mas assim como aconteceu com o bar O Torcedor, fui parar por acaso no Salve Jorge. Depois de contratempos que nos levaram a desmarcar nosso almoço, Ian ligou sugerindo o lugar próximo ao metrô São Bento e não pensamos duas vezes. Quer dizer, meu fantástico mundo de Bobby particular fez logo a ligação entre o nome do bar e o quase-Santo padroeiro de tudo que é favela carioca. Como esquecer os foguetórios e os tiroteios de madrugada em homenagem ao cara do Dragão que tomam conta do Rio todo dia 23 de abril?

Enfim, as más vibrações foram apagadas pelo momento em que cheguei na frente do bar. Era aniversário de São Paulo e o coreto da pracinha abrigava um show de chorinho! Me senti em casa, mas sem a parte desagradável dos tiros e coisa e tal. Lá dentro, a reação foi melhor ainda. A decoração do bar é ótima, arrumadinha, com cara de boteco antigo – daquelas que os meus conterrâneos chamariam de “bar de paulista”, heh – e só melhora quando você vai percebendo os detalhes que homenageiam tantos Jorges por aí. Ben, Clooney, Aragão, Seu, Constanza, Michael, Luis Borges… é Jorge para ninguém botar defeito!

O chorinho da praça em frente ao Salve Jorge. Não tem foto no bar porque a cerveja causou tremedeiras e borrões.=

O chorinho da praça em frente ao Salve Jorge. Não tem foto no bar porque a cerveja causou tremedeiras e borrões.=

A cerveja – de garrafa, graças! – é gelada, mas o atendimento foi mais complicado do que precisávamos. O bar estava lotado por conta das comemorações da cidade e até o prefeito Kassab (com quem tirei uma foto-bêbada que não será divulgada) e a Lilian Pacce apareceram. A dificuldade em conseguir ser atendida por um garçom – nessas horas eu sempre me pergunto porque não aprendi a laçar boi naquela oficina da escola mineira – foi superada pelo fan-tás-ti-co bolinho de batata com calabresa apimentada. A massa, crocante por fora e macia por dentro, tinha aquele quê de caldo de carne, aquele gostinho de salgadinho de festa de criança, sabe? O recheio era exatamente de calabresa moída beeeeeem apimentada. Di-li-ça.

Confesso que diante destes quitutes, não me sobrou muito espírito para desbravar o resto do cardápio, mas as opções me pareceram incríveis. Me contentei em degustar tão deliciosa iguaria, tomar uma cervejinha gelada e desfrutar da companhia de uma pá de gente legal que apareceu lá pra encontrar com a gente. O Salve Jorge do centro fica na Praça Antônio Prado, 33 e o telefone é (11) 3107-0118.

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Dicas para cariocas* perdidos em São Paulo – parte II de III

*(ou pernambucanos, ou paranaenses, ou capixabas ou mesmo paulistas…)

E aí que você não conhece muita coisa de São Paulo, vai parar no Museu do Futebol no Estádio do Pacaembu e percebe que ele fica enfiado, basicamente, no meio do nada. Só que, na saída, você precisa comer às pressas para estar do ooooooutro lado da cidade em menos de uma hora.

Quando você, sonolenta, já estava perdendo as esperanças de comer alguma coisa que não fosse um sanduíche – e triste lembra do almoço improvisado no McDonalds no dia anterior – você ultrapassa a lojinha anexa ao museu e chega até O Torcedor.

Sabe quando um oásis salva a pátria o deserto? Pois foi mais ou menos essa a minha sensação quando percebi que não precisaria me contentar com um sanduíche qualquer ou com uma coxinha. Decorado – óbvio! – com temas futebolísticos, a especialidade da casa são os crepes e hamburgueres, apesar de naquele sábado eles estarem servindo feijoada (?!) também.

Para não arriscar fui de Pedalada (já falei que o bar é temático, né?) e ele foi de Lençol. O meu crepe, feito com costelinha de porco desfiada com molho barbecue e gratinada com molho branco e mussarela de búfala estava espetacular. O dele, de iscas de picanha acompanhadas de mix de cogumelos gratinado com catupiry prometeu mais do que cumpriu. Era bom, claro, mas o meu era muito melhor, há! Ah, e os dois vinham com saladinha de rúcula com mussarela de búfala e tomate cereja, perfeita pra uma nada-natureba feito a Livzinha aqui. Esse é o máximo de verde que me permito comer.

Museu do Futebol @ São Paulo

Olha, mãe, tô comendo salada!

A comida é gostosinha, o ambiente é divertido e o atendimento é ótimo. Como nunca tinha ouvido ninguém falar do tal bar e das 32 (?!) tevês passando jogos o tempo todo, vale o registro. Até porque ele fica no meio de um estádio de futebol, que não é lá aquele ambiente que se frequenta sempre, mas vale o esforcinho.

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Dicas para cariocas* perdidos em São Paulo – parte I de III

*(ou mineiros, ou baianos, ou gaúchos ou mesmo paulistas…)

Ir para São Paulo e não fazer uma incursão pela gastronomia local é como ir para São Paulo e não ir a museus. Ou ir para São Paulo e não morrer de fazer compras. Ou mesmo ir para São Paulo e não sair para dançar. Não faz o menor sentido.

Por isso que, às vésperas de ir para lá, corri atrás de dicas de restaurantes em busca de um lugar que tivesse um clima romântico e servisse pratos que a gente não acha com facilidade por aí. Nessa brincadeira, os italianos e japoneses foram descartados de cara, sem preconceitos, mas sushi e macarrão são mais fáceis de acertar e achar bons por aí. Sobraram opções como o bistrô francês La Tartine e o vizinho Mestiço que, segundo o site, serve uma mistura de comida tailandesa com baiana. Ou seja: me-do.

mestico1Mas como medo instiga a curiosidade, lá fui eu escarafunchar o cardápio de pratos com nomes estranhos e ingredientes apetitosos. Depois de muito pensar, tava decidido. Do jeito mais carioca possível, partiu Mestiço. Em termos de comida, o restaurante lembra bastante o Miam Miam: aquela mistura doida de sabores de tudo que é canto que resultam na tão falada cozinha contemporânea.

Por isso deixei de lado o convencional e, de entrada, pedi uma porção de Krathong-Thong. Não só para ter a oportunidade de falar “Krathong-Thong”, mas porque todos as mesas em volta tinham pedido o mesmo e a mistura de cestinhas crocantes com frango super temperado e milho me pareceu uma boa. Boa, não, ótima.

Um Hua-Hin, um Vong e um flash estourado

Um Hua-Hin, um Vong e um flash estourado

Na hora do prato principal, fui de Hua-Hin, mais um nome estranho para designar uma delícia de comida. Frango com shiitake ao molho de gengibre ao estilo tailandês. Não parece ótimo? Pois é melhor que isso. Ele foi de Vong, salmão salteado com alho poró e bourbon. Excelente também, ainda mais com o arroz branco com jasmim que acompanhava os dois pratos.

A sobremesa a gente passou, porque as porções eram generosas e o espaço no HD estômago (perdão, reflexo do blablablá sobre a Campus Party) era pouco. Se algum carioca (ou mineiro, ou baiano, ou gaúcho ou paulista, ou…) se interessar, o Mestiço fica na rua Fernando Albuquerque, 277, quase na esquina com a Consolação.

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Preciso agradecer ao Diego, do This Blog is a Movie, pela indicação do restaurante.

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Para ler também:

:: Yogoberry

:: À procura do Hot Philadelphia perfeito

:: Boteco da Garrafa

:: Mexican Wine

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Planeta Terra

Dois dias, 900km, mais de 10 horas dentro de um carro, quatro malucos, três bees, menos de quatro horas dormidas em um hotel e eu tô cansada pra caralho. Todo esse esforço pra conferir o Planeta Terra, festival do portal homônimo, que rolou no sábado em São Paulo. E olha que o Teenage Fanclub nem foi escalado, heh.

Mas vamos lá, festival de música, line-up interessante, pouca grana investida, oportunidade de viajar e encontrar com amigos queridos… por que não?

Lucy and the Popsonics, Pato Fu, e Supercordas eu passei. Tokyo Police Club? Nah, deixei pro único ser humano na face da terra que deve ter uma camiseta deles. E tava escrito Tóquio. Juro, eu vi. Enfim, digressiono. Era consenso no carro que não dava pra chegar tão cedo à Villa dos Galpões depois de tanta estrada. Era preciso descansar pra pegar o restante da maratona.

Depois de passar pelo Credicard Hall – que, à época do show do Oasis me pareceu ser o lugar mais distante do mundo – e de nos perder, chegamos à Villa dos Galpões no começo do show do Datarock e Instituto. O line-up extenso pulverizou o público e facilitou a entrada. Fila pequena, em cinco minutos já estávamos lá dentro. Um breve reconhecimento de área, marcação de ponto de encontro e fomos eu e Felipe pra tenda conferir o que tava rolando e o Datarock me chamou atenção…

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A partir daí, meus relatos são parecidíssimos com os do DJ Janco Tianno, já que assistimos a praticamente tudo juntos, com medo de nos perder no meio da multidão. Baixinho tem mais dificuldade pra ser achado, certo? Digressiono de novo. Eu desconhecia o duo norueguês, mas foi só ver aqueles caras de hoodie vermelho, pulando feito loucos e se divertindo a valer que virei fã. Foi fácil ganhar o público. E me ganharam facinho também. Se eu achava que o hit FaFaFa já tinha marcado todos os gols do show, os noruegueses – apesar de eu achar que o vocalista, Fredrik Saroea, tem um pézinho na LATINIDAD – mandaram ainda melhor. O que parecia ser o fim do show, com luzes se acendendo e o BG rolando virou um grande karaokê de (I’ve Had) The Time Of My Life, aquela do Grease que todo mundo já dançou em matinê. Dublagem, caras, bocas, fotos da galera e a festinha ficou completa.

De lá, parti pra esperar pela Lily Allen. Fazendo jus à pontualidade inerente à sua procedência, miss Allen subiu ao palco às 22h, pulando ao som da sensacional LDN. A baixinha era só sorrisos dentro do vestido roxo com um laçarote enorme na frente, empunhando o microfone espalhafatosamente fluorescente. Ali tive a sensação de que ela ganharia a noite, mas o som, baixo, não colaborou. Algum problema maior causou um delay chatinho entre as músicas, que a mocinha compensou falando besteira e divertindo quem tava a fim de prestar atenção. Lily bebeu, acendeu o cigarro e falou, falou, falou. De “fuck my bush” pro presidente dos EUA à confissão de que tinha bebido um pouco demais, culpando o álcool pelo esquecimento de várias letras, Lily esbanjou simpatia. E foi o carisma absurdo que ela exala que salvou o show dos problemas técnicos do som e da memória fraca da cantora. Covers? Sim, ela já provou que é boa nisso. Lily mandou Gangsters, do Specials; Everybody’s Changing do Keane e Heart of Glass, que ela já tinha cantado com a Debbie Harry por aí. Lily provou que é a popstar que ela mesmo disse ser por ter feito um show super despretensioso – por ser o último de uma turnê de dois anos – e cheio de falhas ser uma delícia. Continuo fã.

Quando Lily se despediu, ainda rolava o finalzinho do show do Cansei de Ser Sexy. Ou CSS, pros entendidos. Como não era meu caso, foi hora de ir ao banheiro e encontrar amigos. Logo depois, subia ao palco principal o lendário Devo.

Assisti ao começo chutador de bundas, o que afastou toda e qualquer possibilidade de eu achar aquela reunião de tiozinhos um espetáculo de vergonha alheia. Sabe aula de rock? Mas eu cheguei a baixar na tenda do Rapture, fiquei por uma música, tive um ataque claustrofóbico e lá fui eu conferir o fim do Devo. Novamente, aula de rock. Saí de lá com a sensação de que todas essas bandecas deveriam ter visto o que aquelas seis mil pessoas viram pra saber como empunhar uma guitarra de maneira honrada. Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah!

Dali, já quebrada, dolorida, moída e com sono, o jeito foi esperar pelo show do Kasabian, aquela banda da qual só tinha ouvido o primeiro cd. E não tinha gostado, o que me desmotivou a ir atrás do segundo, lançado esse ano. Mas tudo bem, eu estava em bando e precisava esperar. E não é que mordi a língua, meu bem? Com absurda meia hora de atraso (vejam bem, único show atrasado do festival!), os moços de Leicester me surpreenderam já na abertura com citação a Enio Morricone, emendada com uma versão pesadíssima do hit Shoot The Runner. Ali eles já conquistaram minha atenção. As referências às bandas de madchester que eles colecionam ficam mais claras ao vivo. E confesso que ouvir uma banda do chamado novo rock que não chupa Gang of Four e/ou Talking Heads e sim Primal Scream e Happy Mondays, com um pézinho no Oasis e até ecos de Verve, como Tianno bem frisou, me fez sentir um alívio enorme. É bom encontrar alguém com outras referências nesse mundo, não é mesmo, minha gente? Ainda mais quando citam PS e Kinks na mesma música. Foi demais pro meu coraçãozinho. Os caras tomaram o palco, mantiveram a pose de roquestrelas que aprenderam com seus antecessores e me fizeram correr pra ouvir o disco no iPod assim que entrei no carro. É, ao vivo é realmente mil vezes melhor. Que bom que eu paguei pra ver.

O saldo do festival foi extremamente positivo. Sem atrasos, sem filas, bebidas baratas, atendentes simpáticos, banheiros suficientes e com papel higiênico (mas faltou pia!) e estrutura bem montada. O esquema em dois palcos com pequenas diferenças de horário funcionou super bem, evitando que um lugar ficasse cheio demais e outro vazio. Com isso, nada de aperto ou claustrofobia. Sujeira? Nenhuma, toda hora via um servente catando os copos que o pessoal deixava pelo chão. Simpatia? Todo o staff parecia esbanjar. Não dá pra reclamar, né? Pelo contrário, resta torcer pra ter mais em 2008.

De lá, caímos na pilha errada de ir até o Clube Belfiore, pilha errada de um amigo que jurou de pés juntos que o pessoal do Rapture estava indo pra lá. E eu com isso, né? Mas acabei seguindo o fluxo e fui. Depois de 1h lá dentro, tendo escutado Tainted Love, Personal Jesus, Walk Like An Egyptian, Here Comes Your Man e It’s The End of The World As We Know It (And I Feel Fine) e uma cantada que incluía a palavra BAGUETE, decidimos ir embora e dormir quatro horinhas pra curtir um pouco mais de São Paulo antes de voltar pra casa. E, na real, eu nem queria voltar, como acontece sempre que piso na terra de concreto e poluída que tão bem me faz. Mas o dever me chamou e até que foi divertido jogar EU NUNCA presa num engarrafamento na serra das Araras.

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Pacotinho

Deu pra notar que eu andei frenética, né? As férias chegaram e eu estou mega produtiva, me sentindo super disposta a aprender mais e mais. E a relatar, como um ótimo exercício auto-imposto. Dei uma paradinha porque fui ali pra Caxambu participar do casamento da Simone com o Gamaliel (os noivos mais bonitos que já vi, confesso), afofei os poucos, porém queridos, amigos que estavam na cidade, peguei friozinho e descansei.

Fotos quando me mandarem e relatos mais profundos do casório quando eu digerir melhor o assunto. Por enquanto, é melhor manter tudo guardadinho aqui dentro.

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O que você faria se acordasse um dia e descobrisse que o AM/PM do posto de gasolina perto da sua casa virou um Kwik-e-mart? Eu daria pulos de alegria. Pois é, agora alguns americanos e canadenses sortudos podem provar o gostinho de entrar na loja do Apu e sentir todo o clima do mercadinho que serve de cenário a muitos episódios dos Simpsons e que vai continuar bombando no filme que tá pra estrear. Doze lojas 7-Eleven se transformaram em redutos Springfieldeanos e nessas fotos desse felizardo aqui você pode sentir o clima e ficar mais ansioso ainda pela maior estréia cinematográfica do ano.

Além de poder entrar em uma loja igualzinha à do desenho, o consumidor feliz pode comprar Squishees, Buzz Cola, Krusty O’s cereal e as famosas Sprinklicious Donuts. Só faltou a Duff, que não foi produzida porque a produção achou melhor não associar o filme a uma cerveja.

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Já contei que ganhei da minha chefe amada o Smile AUTOGRAFADO pelo Brian Wilson? Depois não entendem porque eu amo o meu local de trabalho.

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O Mika é o Robbie Williams disfarçado?

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E eu que tenho mais história bizarra de ônibus pra contar? Mas só no próximo post…

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1001

Quando me falaram, achei que fosse sacanagem, mas é sério: a viação 1001 aceita pagamento de passagens de ida pra São Paulo com o famigerado Rio Card. Por aqui, os créditos estão sobrando. Acho que vou pintar por lá mais rápido do que eu imaginava. Ah, as maravilhas da vida de um trabalhador moderno.

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