Amiguinho me pediu um Top5 de coisas pra fazer no payday. Segundo ele, uma coisa meio assim “recebi, to cheio da grana, o que faço?”. Pra que ele queria isso eu não sei, mas eis minhas sinceras respostas:
1. Pagar as dívidas
2. Torrar tudo
3. Torrar tudo pagando dívidas
4. Entrar no cheque especial depois de torrar tudo pagando dívidas achando que eu mereço um jantar num restaurante decente (leia-se: “caro”)
5. Comprar uma roupa nova pra ir pro tal jantar, afinal, a ocasião pede.
É, minha vida é dura. E a de vocês?
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Os meus amigos não-jornalistas ficam DE CARA quando descobrem como é feito o serviço dos filmes, peças de teatro, restaurantes, museus, casas de show – etc etc etc – dos jornais. Sabe aquele monte de letrinhas que se acumulam nos cadernos de programação? Então. Pois eu vos digo, caros leitores, os chamados TIJOLINHOS são feitos na MUNHECA. Pois é. Chega lá o pobre repórter entubado ou o estagiário fodido e pega o título, descrição, dias da semana, horários, preços, endereço, telefone e o que mais se fizer necessário e lá vai ele formatar pra ficar no padrão do jornal em questã. E faz isso DUZENTAS vezes por semana, por aí.
O que eu não entendo é POR QUE nenhuma das redações dessa cidade – pelo menos até onde eu sei – não colocaram suas equipes de TI pra desenvolverem um software que faça pelo menos a metade do trabalho do repórter. Seria uma coisa simples: o funcionário cadastra os detalhes do evento e o programa gera o tijolinho pronto, já formatado. Continuaria dando um trabalho de corno, mas facilitaria (e seria bem mais fácil se as assessorias DE MERDA mandassem o serviço decentemente) a vida.
A idéia é tão simples e, aparentemente, tão prática. Alguém de tecnologia não tá a fim de colocar isso adiante e ficar rico, não?
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Aos poucos vou terminando de arrumar a casa. Vai vendo!











