Archive for the 'musthave' Category

Button fever

Eu a-do-ro buttons. Pequenos, pessoais (heh), eles funcionam como uma espécie de tags, mostrando um pouquinho – e em pouco espaço – dos meus gostos. Comecei uma coleção em 2006 e fui juntando, juntando, juntando, ela foi crescendo, os amigos contribuíam e hoje tenho umas latinhas de Pringles cheias de buttons de tudo quanto é canto, tamanho e motivo.


Hoje em dia nem uso tanto, de vez em quando eles adornam um casaquinho aqui, um colete ali, uma bolsa… mas o vício de comprar não para, né? E é tão grande que eu fico louca quando vejo buttons aplicados de maneira inusitada, tipo essa sapatilha da Imporium, que está devidamente instalada no meu armário.

Na mesma linha, outro ítem fofíssimo que une dois vícios irresistíveis é a sapatilha – já falei que tenho problemas com sapatos, né? Mas que mulher não tem? – da Alice Disse, que vem com um button de bonequinha pregado e um kit com outros cinco de cores diferentes para fazer combinações divertidas. Quero!



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Alguns dos buttons da coleção aí de cima são da artista norte-americana Tara McPherson, uma das minhas ilustradoras favoritas. Já falei dela por aqui, aqui e aqui e aproveito o ensejo para avisar que a moça está de volta ao Brasil e vai fazer uma exposição com direito a lançamento de livro e noite de autógrafos hoje, na La Cucaracha, em Ipanema. A festinha começa às 20h, levem seus guardachuvas.

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Cry baby cry

Não é de agora que o rock para bebês tá na moda, afinal fãs de Weezer e Motörhead também procriam. E é por isso que a gente vê em todo canto roupinhas minúsculas com os nossos ídolos estampados, chocalhos em forma de instrumentos e com esse cenário todo armado, a tentação de colocar os fedelhos pra dormir ao som daquelas canções que amamos deve ser grande. Mas como conseguir essa façanha com quem não sabe nem falar “papai” e “mamãe” sem deixá-los ainda mais despertos pelo barulho das guitarras-baixo-bateria?

Para os pais roqueiros e babões, o selo Rockabye Baby vem lançando a coleção “Lullaby Renditions of…” com versões “para bebês” de bandas como Led Zeppelin, U2, Queens of the Stone Age, Tool, Ramones, AC/DC, Pixies, Beatles, Beach Boys etc etc etc. No lugar dos instrumentos-padrão, xilofone, pianinhos, melotrons e é isso aí. A simplicidade que as músicas das nossas vidas ganham ao serem regravadas como músicas de ninar é pra deixar qualquer marmanjo – pai ou não – cheio de lágrimas nos olhos e pra viciar os pequenos a, desde o berço, ouvirem música boa.

De 2006 pra cá já foram lançados 24 discos, assinados por Michael Armstrong. Em cada um deles, uma brincadeirinha envolvendo a banda e histórias de criança: no do Metallica, Enter Sandman e a prece infantil são citações obrigatórias; na página do Coldplay, uma piada com maçãs e o Chris Martin (que batizou a filha de Apple). Lagriminhas escorreram ao ver que no Green Day a frase era “say good riddance to a cranky baby. Welcome to paradise“. No do Nirvana, o questionamento: “Smells Like Teen Spirit?” Smells like nap time”. Entendeu o nível de fofurice da coisa?

Pois tem mais. As capas são um show à parte. Lembram as capas e símbolos das bandas escolhidas, mas recheadas de ursinhos, porquinhos (no caso do Pink Floyd. Pescou?) e outros desenhos de criança que adaptam a cara das bandas pro universo infantil. Dá vontade de comprar tudo, até pra daqui a uns dez anos virar pros rebentos e falar “isso aqui é um CD e é assim que a gente ouvia música no meu tempo“.

Pra conferir antes de sair baixando tudo (porque eu sei que é isso que você vai fazer. Sim, foi o que eu fiz), dá uma olhada no MySpace da Rockabye Baby e tenha bons sonhos.

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Além de garantir um soninho gostoso – eu recomendo – os discos da Rockabye Baby ainda trazem uma esperança pra humanidade! Em março desse ano o casal Nicole Richie e Joel Madden (sim, um dos gêmeos do Good Charlotte) contaram à revista People que o disco que Harlow, a filha deles, mais ouve, é o Lullaby Renditions of Nirvana! Será que a pirralha se livra de crescer emo feito pai e brega feito o avô? A checar daqui a uns 15 anos.

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Mudando de assunto rapidinho antes de ir embora: depois dizem que eu sou reclamona, mas aluguei 2 Dias em Paris pra rever (sim, já tinha visto no cinema e, portanto, pago os devidos impostos pelo filme) e quando dei o play dei de cara também com QUATRO comerciais anti-pirataria. Sim. Quatro. E não dava pra pular. Cada um pior que o outro. Antes do filme. E aí, como eu fico? Começo a baixar filmes pra me livrar deles? Bom, ‘cês tão de prova de que eu tentei.

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Saquinho de pão na cabeça

É só olhar o mundo dos blogs – blogosfera nããããão! – pra reparar que as mulheres estão cada vez mais mulherzinhas. É. Mulherzinhas. Assumindo sem medo de ser feliz que gostam de moda, adoram truques de maquiagem e que, sim, somos consumistas. Eu confesso: faço parte do grupinho que se cuida pra poder se olhar no espelho, respirar fundo e se sentir segura.

Só que todo mundo sabe que tem dias que não dá. Por mais que você cuide da pele, os hormônios se encarregam de te sacanear, não há santo que dê jeito nos seus cabelos e suas olheiras te deixam parecida com o cachorro d’Os Batutinhas.

Para os dias de bad hair e bad todooresto, a amiga Lia Amancio indica a Ugly Bag. É quase como aquela piada machista sobre colocar um saquinho de pão na cabeça da Raimunda pra poder, erm, encará-la.

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E não é só isso! O site oficial recomenda o uso em terceiros, se liga só: this ugly bag is guaranteed to cure ugliness. Directions: Open bag and place over head of ugly person with face side facing forward. Instantly creates beauty where there is none. Note: For extra ugly persons, two bags may be necessary in case one breaks.

Maldade.

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Se você ficou interessado, a unidade custa menos de U$2. Pode ser um investimento.

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Legomania

Quando eu estava pesquisando sobre o Lego pra matéria que eu escrevi pelos 50 anos do brinquedo, acabei tropeçando em vários acessórios inspirados nos bloquinhos de montar. Resolvi selecionar os mais legais pra compartilhar e deixar os fãs de Lego – como eu, que fique claro – babando. E sem mais lero-lero, porque nesse caso as imagens valem mais mesmo.

- Linha Forever Young,  de Jacqueline Sanchez, à venda no Shanalogic.

Já postei aqui, mas é tão lindo que o repeteco é sempre válido.

- Building Block Necklace, do Perpetual Kid.

- Mesa e cadeira infantil

Tem mobília pras crianças…

- Lego Living Room

… E pros adultos também.

- Marc Jacobs

Até o estilista queridinho de 11 em cada 10 fashionistas usou blocos de Lego pra compor os acessórios do desfile primavera 2008.

- A Unetee (site de camisetas nos moldes da Camiseteria e do Threadless) premiou a camiseta “Where’s my happy face?” e pôs à venda

- Pra quem amou Shaun of the Dead, os bonecos de Lego viraram zumbis

- Forma de bolo

- Forma de gelo (que, infelizmente, não tá mais à venda)

- Calendário vitalício

- Timer de cozinha

- Porta-chaves

- Pen drive

Fora as homenagens que sempre rolam por aí… quadros famosos, cartazes de filme, esculturas etc etc etc. Pra ver os outros acessórios que achei por aí, dá uma olhada no meu del.icio.us. Muitos desses links foram achados no Digital Drops, Blog de Brinquedo (do Nick e Dado Ellis que também foram personagens da matéria) e Wishlist.

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Pra calçar, pra vestir e pra ler

Só pra compartilhar os novos itens da lista de desejos.

Melissa Happy.

Melissa Hello.

Melissa Severine.

Ah, sim, e a Melissa entrou na onda das galochas e também lançou as suas.

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Outros itens da série “eu quero, eu preciso, eu necessito!”. Pena que não tem mais…

Da Piorski, direto de Fortaleza.

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Ah, falando sobre objetos de desejo, coloquei no blog materinha sobre os 50 anos de Lego escrita pra cadeira ministrada pelo professor Arthur Dapieve. De lambuja, dá uma olhada na tag dedicada ao brinquedo no meu delicious com o resultado de uma pesquisa enooooooooorme sobre produtos inspirados nas peças de Lego.

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Melissa

melissa_triton.jpg
Essa Melissa liiiiiiiiiinda aí de cima, criada em parceria com a Triton, foi um mimo dado a mim pela Box1824, aquela empresa de pesquisa de tendências que já me deu muito amor, carinho, birita, boca livre e mamata (alguém aqui se lembra das mordomias que tive na época do Claro q é Rock? E da área vip do show dos Rolling Stones? Pois é…).
Pois dessa vez não foi diferente. Fui convidada pra participar de um grupo de discussão sobre a marca de calçados de plástico, lá no Espelunca Chic do Jardim Botânico. Ou seja, dei palpite sobre os protótipos da próxima coleção (é, porque a de Inverno já tá aí), falei horrores (pra variar), fiquei sabendo sobre o conceito da nova campanha, comi altos quitutes, ganhei esse pisante lindinho e ainda levei R$ 50 pra casa de cachê.
Pois é, ganhei cachê e uma sandália pra ver e comentar antes de todas as Melissas-freak o que vai estar nas lojas só no fim desse ano.
É pra tirar ondinha ou não é?
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Tira esse exército preto da Rocinha que tu é moleque!

A sensação do Natal passado foi o genial Super Trunfo Católico, do não menos genial Eduardo Menezes. Pois este ano as crianças não precisam ficar desoladas. Papai Noel já tem um novo presente para colocar nas meias dos bons meninos e boas meninas do Brasil e, principalmente, do Rio de Janeiro.

Apresento-lhes o War in Rio. Sim, nada de Dudinka ou Vladivostok. O que bomba nessa nova versão do jogo de estratégia mais famoso do mundo é o Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão e a Favela da Maré. Vai encarar? É bom ficar esperto, senão o BOPE vai te pegar!

Se liga só no blog do jogo e baba.

Ah, sim, e reserve logo o seu. A ceia em família vai ficar bem mais divertida.

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