Archive for the 'mulherzice' Category

Imporium para mulher nenhuma botar defeito

Manequim incrível com bota overknee

Sabe aquele domingão de sol que tem tudo para ser preguicento? Então, sabe quando rola um convite para aquele programa imperdível que vai espanar a preguiça pra baixo do tapete? E quando o programa inclui comprinhas, amigas, bate-papo, cupcakes, comida japonesa e prosecco? A desculpa perfeita pra dar um pé na bunda do Faustão e correr pra se embonecar. Pois foi exatamente o que aconteceu neste domingo, com o brunch de lançamento da coleção Romantic Rock, o inverno da Imporium.

A Imporium vocês já devem conhecer daqui do blog – ou mesmo da vida.  Uma das minhas marcas preferidas no mundo – sim, eu gosto de comprar a ponto de ter um ranking pessoal, me deixa ser mulherzinha? -, a Imporium vem se expandido – tem lojas na Zona Sul, na Barra, no Centro e em Niterói, além de uma loja online que começa a funcionar em maio. E se expande sem perder a graça e, principalmente, os ótimos preços. Aproveitei o evento para conhecer os idealizadores de tanta belezura, o Márcio e o Karl, que me contaram que o interesse da Imporium está em atingir um público de todas as classes que seja ligado à arte, à moda e tenha um estilo próprio. Bacaníssimo, né?

Pois bem, o eventinho contou com uma penca de meninas lindas e eu fui acompanhada da minha fiel escudeira Tati Contreiras. Lá, demos de cara com os mil novos sapatos, sapatilhas, botas, bolsas e acessórios… tudo lindo de morrer, tudo inspirado no estilo rocker que tanto me encanta e que anda bem em alta. O evento serviu para apresentar para nós, blogueiras, a coleção de inverno e as novidades da Imporium na internet.

Além da nova loja virtual, a Imporium resolveu investir num blog que pretendo produzir conteúdo para nós, mulherzinhas, e por nós. Quer um exemplo? Toda quarta-feira é dia de mandar fotos usando produtos da @QueroImporium em uma produção caprichada para o pessoal do blog. No fim do mês, as meninas que fizeram a cara do blog vão ter surpresinhas mil. Sabe capricho? Então…

O capricho é grande lance de toda coleção da Imporium. Lá nada é óbvio, nada é batido: da decoração com ares retrô e cheia de informação de design e cultura, passando pelo cheirinho das lojas, até os produtos vendidos. Mesmo o scarpin com tachas ou a ankle boot nossa de cada dia têm uma leitura toda especial feita com muito carinho pela equipe comandada pelo Márcio e pelo Karl, duas figuras queridíssimas e cheias de talento.

Juro que tentei comprar esse livro do Clash, mas era acervo / Foto: Tati Contreiras

Juro que tentei comprar esse livro do Clash, mas era acervo / Foto: Tati Contreiras

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As fotos que ilustram este post são, claro, do evento. Lá eu finalmente conheci a fofa da Lia, do Just Lia, e a Veronica, do De Vestido, reencontrei a Joana, do Futilidades, fui apresentada à querida Renata, do Geléia Geral, e as fofa da Fê, do So Shopaholic, além de conhecer a Julia Morales, do Nosso Armário, e a Natália Oliveira, do Modernyces. Fora o outro monte de menina bonita e bacana que estava por lá.

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Eyeko lovers

Disclaimer: meninos, vão ali dar uma voltinha enquanto eu bato um papinho com suas irmãs, amigas e namoradas. É sério, esse post contém MUITO rosa e muita fofurice. Pode ser prejudicial pra vocês.

eyeko_vip_setInfluenciada pela Lia, resolvi dar uma olhada atenta no site da Eyeko, marca inglesa de cosméticos com aquela pegada kawaii-japa. Por olhada atenta, entenda fazer a conversão de preço de libra para reais, comparar preços com produtos brasileiros e sair feito uma desesperada procurando testes por aí. E não é que os resultados eram incríveis?

Pois aproveitei uma promoção de 25% de desconto sobre todos os produtos da loja – que só existe virtualmente e entrega para o Brasil sem cobrar o envio – para comprar o Kit Vip. Por Kit Vip entenda uma seleção dos produtos mais vendidos da linha: corretivo, iluminador, rímel, esmaltes, gloss, lip balm e delineador que vêm acompanhado uma shopping-bag prateada e  um kit de buttons de brinde. Ao todo, oito produtos por US$ 41 (ou R$ 70), o que dá uma média de R$ 8,75 para cada pecinha de pura alegria consumista. Vamos combinar que nem naquela farmácia da esquina você acha maquiagem por esse preço, né?

Por isso mesmo resolvi arriscar, mas nem foi um teste cego. Já tinha ouvido maravilhas sobre os produtos e estava louca para testá-los. Pois meu Kit chegou na semana passada e – meu Deus! – já estou querendo comprar mais uma leva pra mim. É tudo lindo, é tudo cheiroso, é tudo beeem bacana. Dá uma olhada nas impressões alheias (linkadas) e nas minhas:

Iluminador: confesso que pra alguém com coloração de fantasminha camarada, o iluminador sempre me foi um mistério: os que testei simplesmente não faziam efeito algum sobre minha pele demasiadamente branca. O da Eyeko vem em forma de caneta, é meio complicado de aplicar, mas não é que funciona comigo? Preciso testar numa maquiagem “pra valer”, mas numa passada descompromissada ele se saiu incrivelmente bem.

Gloss: sem perceber, notei que estava juntando uma verdadeira coleção de gloss.  O do Kit Vip da Eyeko é cheiroso, tem gostinho bom e deixa uma cor beeem natural. Sem contar que a embalagem é o máximo.

Máscara: eu sofro do mal dos cílios caídos, ralos, curtos e claros. Pra dar um jeito neles e fazer os pêlinhos aparecerem tem que ser um rímel muito cascudo. E o da Eyeko é. Vem em uma embalagem linda, com uma baita escovona e faz milagres.

Lip balm: esse balm mais clarinho que vem no kit é a coisa MAIS LINDA. Gosto bom, cor ótima, dá um ar de garotinha inocente.

Delineador: eu geralmente odeioglittercomtodasasforças, odeio qualquer maquiagem que tenha o rótulo de cintilante, mas não é que achei esse delineador cheio de purpurina divertido?

Corretivo: não achei nenhuma resenha decente, mas… quando passei o corretivo (que vem em caneta-pincel, como o iluminador da marca), fiquei em pânico. Parecia ser MUITO mais escuro que minha pele. Mas quando passei na dita cuja da olheira percebi que ele é fininho, bem líquido, fácil de espalhar e ficou bem natural no meu rosto. A cobertura é beeem boa.

Esmaltes: no kit, eles mandam duas cores da linha de esmaltes: a “Punk polish”, um rosa chiclete lindão, e a “Vamp polish” que, apesar de parecer preto, é um azul marinho bem fechado. Ainda não testei nenhum dos dois e confesso que estava querendo mesmo o “Pastel polish”, mas os comentários do link me deixaram bem desanimada.

Curti muito a marca, o preço, a qualidade dos produtos e a entrega, rapidinha, rapidinha.  Pro caso de um novo surto descontrol de consumismo, já coloquei na lista o Magic Liquid Eyeliner (que transforma qualquer sombra em delineador e eu ando amando sair por aí de delineador azul-turquesa improvisado toscamente com pincel e água, blé).

O único porém foi na hora da compra. Como sou ajuizada e não tenho um cartão de crédito internacional, pedi para um amigo comprar o kit com o desconto para mim. Na hora de fechar a conta, ele se esqueceu de colocar o código que abatia 25% do valor total e me pediu para cancelar o pedido junto à Eyeko para que ele pudesse comprar de novo. Na mesma hora (e era de manhã cedo), mandei um email para o SAC explicando a situação e fui informada por uma representante brasileira de que a promoção tinha acabado no dia anterior e que mesmo que eu tivesse fornecido o código do desconto, não o teria. O que era uma inverdade porque o flyer que anunciava que a promoção ainda estava valendo. Retruquei com a informação e a imagem do flyer promocional, insistindo para que o pedido fosse cancelado para, assim, ser refeito e não obtive mais resposta. Essa só chegou no dia seguinte, quando aí sim o desconto não valia mais, informando que era tarde para trocar o meu pedido. Fiquei bem desapontada com a tática, por ter sido ignorada por um dia inteiro e por ter pago mais de US$ 10 a mais pelo conjunto. Como prêmio de consolação, ganhei mais uma latinha de gloss, mas mesmo assim, né? Fica a dica: se forem comprar por lá, façam tudo atentamente para não ter dor de cabeça depois.

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(500) days of Summer

500daysQue fique claro: este não é um filme para corações partidos. É um filme que já se passou na vida de todo mundo, aquele papo de encontrar a pessoa perfeita, viver momentos perfeitos com ela e mesmo assim ela dispensar toda aquela perfeição. Podia ser eu, podia ser você, um irmão, a melhor amiga, a prima da vizinha da sua tia. Acontece. Mas se você tiver tomado um pé na bunda recentemente e ainda estiver inconformado com isso, aviso logo que a verdade vai doer em você.

Pois então, o filme. Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) é um menino apaixonado, desses que passa a vida sonhando com o grande amor. Summer Finn (Zooey Deschanel, a irmã do menininho do “Quase famosos”) é uma menina linda – linda, linda, linda – e desencanada que não está muito preocupada com essas coisas. Eles se conhecem, eles ficam juntos e, como diz o cartaz do filme, “ele se apaixona, ela não”. Só que essa história banal é temperada por um corte esperto que vai e volta no tempo mostrando os altos e baixos da relação – que, duh, dura 500 dias – e cenas de viagem na maionese total, daquelas em que o mocinho sonha – mesmo! – acordado.

O filme é temperado também, claro, por uma trilha sonora deliciosa, cheia de pérolas pop. Não por acaso o diretor, o estreante em longas-metragens Marc Webb, começou na carreira de fazedor de vídeos se jogando justamente nos videoclipes. Tudo bem que ele se rendeu ao emo e ao pop duvidoso (pagando bem, que mal tem?), mas na filmografia do cara consta “Perfect situation”, do Weezer e o maravilhoso vídeo de “Fidelity” da Regina Spektor. A russa, por sinal, foi parar na trilha sonora do filme com duas canções: “Us” e “Hero”.

Quero ver alguém não abrir um sorriso com a citação a Belle & Sebastian cujas vendas a arrasa-quarteirão Summer alavancou depois de citar um trecho de “The boy with arab strap” no livro do colégio. Tem também aquele Smiths conciliador,  aquela delicadeza de Feist e Carla Bruni, músicas que dialogam com as situações e ajudam a fazer de “(500) days of Summer” o filme pop do ano.

Isso sem contar as cenas de karaokê que deixam qualquer “Encontros e desencontros” no chinelo (oke, eu assumo, não gosto do filme da Sofia Coppola. Aliás, não gosto dos filmes dela), de tão divertidas que são. Só a versão de “Here comes your man” cantada etilicamente pelo mocinho Tom que fica a dever – e muito, eu não deveria nem comparar – à gravação que faz parte do CD da trilha. A versão da música do Pixies cantada por Meaghan Smith (favor anotar este nome, grata) é mais apaixonante que qualquer protagonista branquela de cabelos escuros e olhos azuis.

As referências bacanudas do filme não param por aí: de Ringo Starr a “American Idol”, de “Super Vicky” à capa de “Unknow pleasures”, do Joy Division, estampada numa camiseta, de Bruce Springsteen a Sid & Nancy. É tanto detalhe pra reparar que dá pra brincar de “onde está o Wally?” o filme inteiro. E pode confessar que você gosta disso que eu deixo. Aliás, só eu notei a citação a “10 coisas que eu odeio em você”? Sim, você conhece o Tom de algum lugar, ele era o Cameron do filme que te fez chorar na adolescência. Quero só ver se ele vai te fazer chorar agora.

YouTube Preview Image

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Fui assistir a sessão de estreia do filme no Festival do Rio, com a presença do diretor. Além do esforço da galera presente em mostrar que tava curtindo, reparei que as legendas apresentadas na première estragaram metade das piadas. Assim como o título em português. O filme tem sessões até a próxima segunda no Rio e estreia em circuito nacional em novembro.

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Button fever

Eu a-do-ro buttons. Pequenos, pessoais (heh), eles funcionam como uma espécie de tags, mostrando um pouquinho – e em pouco espaço – dos meus gostos. Comecei uma coleção em 2006 e fui juntando, juntando, juntando, ela foi crescendo, os amigos contribuíam e hoje tenho umas latinhas de Pringles cheias de buttons de tudo quanto é canto, tamanho e motivo.


Hoje em dia nem uso tanto, de vez em quando eles adornam um casaquinho aqui, um colete ali, uma bolsa… mas o vício de comprar não para, né? E é tão grande que eu fico louca quando vejo buttons aplicados de maneira inusitada, tipo essa sapatilha da Imporium, que está devidamente instalada no meu armário.

Na mesma linha, outro ítem fofíssimo que une dois vícios irresistíveis é a sapatilha – já falei que tenho problemas com sapatos, né? Mas que mulher não tem? – da Alice Disse, que vem com um button de bonequinha pregado e um kit com outros cinco de cores diferentes para fazer combinações divertidas. Quero!



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Alguns dos buttons da coleção aí de cima são da artista norte-americana Tara McPherson, uma das minhas ilustradoras favoritas. Já falei dela por aqui, aqui e aqui e aproveito o ensejo para avisar que a moça está de volta ao Brasil e vai fazer uma exposição com direito a lançamento de livro e noite de autógrafos hoje, na La Cucaracha, em Ipanema. A festinha começa às 20h, levem seus guardachuvas.

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Cupcake (a loja!) no Rio

Não, não estou falando (de novo) dos bolinhos confeitados…

Se você, como eu, acompanha as produções que a Cris Guerra mostra diariamente no seu “Hoje vou assim”, já deve ter ouvido falar na loja Cupcake. Multimarcas de Belo Horizonte, a Cupcake sempre veste a Cris e elas deixam meninas do Brasil todo ba-ban-do nas roupas e acessórios. Pois as cariocas vão ter um motivo pra comemorar. A multimarcas vem só de passagem, mas já vai dar pra sentir um gostinho do que é que as mineiras têm.

Cris Guerra e suas roupas by Cupcake

No sábado, Renata Alamy aporta na La Cucaracha a partir das 13h promovendo um bazar só com peças em promoção e novidades que acabaram de chegar ao ateliê. Tem de tudo: camisetas, vestidos, carteiras, bolsa…. a vinda da Cupcake faz parte de um intercâmbio da loja do incansável Matias Maxx com a Mini Galeria, da capital mineira. No mesmo sábado, os mineiros apresentam a expo “Mini Coletivo”, com trabalhos de artistas como Angelina Camelo, Manuel Carvalho, Clara Valente, Paco Gennaro, Patricia Caetano, Binho Barreto, Denis Leroy, Onio, João Maciel, Daniel Shneider, além do bazar, é claro. Seguindo as tradições da lojinha da Teixeira de Melo, é claro que vai ter coquetel, a partir das 20h, com um monte de gente bacana espalhada pela calçada.

A estadia da Cupcake em terras cariocas não acaba aí. Do dia 28 de junho ao dia 3 de julho, Renata promove um atendimento especial com o mesmo clima do ateliê em Belo Horizonte. Para conhecer as peças vendidas pela marca, beber um prosecco e comer cupcakes no Jardim Botânico, tem que marcar hora pelo e-mail contato@lojacupcake.com.br.

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Para ler também: Cupcake mania

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Para os pés

Passei uma vida inteira sofrendo pra comprar sapatos. A despeito de ter sido bailarina e de ter encarado uma sapatilha de ponta por anos a fio, todo o resto me machucava horrores. Sapato fechado, sandália, tênis, sapatilha… todos tinham o dom de me arrancar pedaços dos pés, sem dó e muito menos piedade.

Pois a vida adulta me trouxe descobertas incríveis no campo do conforto e finalmente pude exercer o vício intrinsecamente feminino por sapatos. A coisa está num nível tão periclitante que precisei prometer pra mim mesma que não ia comprar mais nenhum par nos próximos meses por falta de espaço físico para acomodá-los em meu humilde quarto e sala.

Uma das minhas lojas preferidas quando o assunto são pisantes é a Imporium. A lojinha – sim, lojinha, super pequenininha – me persegue: já morei perto de uma das filiais, trabalhei do lado da outra e moro perto da terceira. Tudo conspira contra minhas promessas e, principalmente, contra a saúde da minha conta bancária.

Pois agora a Imporium tem um site e, além de me tentar quando passo na frente das vitrines, eles vão me tentar cada vez que eu esbarrar acidentalmente – ou não – no link. Pra entender a histeria com a loja, sente o meu drama:

Primeiro, tive um chilique por causa do Oxford… não dá para ver pela foto, mas a abertura no peito do pé tem forma de coração. Por último, a crise foi por conta das sapatilhas com bonequinhas ilustradas pelo Mark Ryden. Conclusão? O primeiro eu comprei e as segundas eu acabei ganhando.

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Tudo bem que eu já disse que detesto site com trilha, um mal que assola a humanidade vive dando sustos no pobre coitado do internauta que está navegando desprevenido. Mas ando simpatizando com trilhas sonoras caprichadas que me apresentam artistas bacanas, como é o caso do site da Imporium. Pena que não tem o crédito das músicas pra eu procurar por aqui, mas reconheci uma Lily Allen aqui, um Peter, Bjorn and John ali e uma cover ótima de “All My Loving”, dos Beatles. Se vocês me contarem de quem é nos comentários, vão me fazer muito feliz :P

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O site ainda está em fase de construção e ajustes, mas adianto aqui em primeira mão algumas das fotos do editorial que o pessoal do Modices fez para a nova coleção. As fotos têm climinha retrô que tem tudo a ver com a marca.

Créditos: Modices

Foto: Victor Fernandes
Assistente de fotografia: Fabricio Pimentel
Styling: Carla Lemos
Assistente de produção: Nicole Rocha
Maquiagem: Dani Kobert

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Lily Allen de cara nova

lily_remixed

Nah, aparentemente a desbocadinha do pop não retocou o rosto com botox e plástica, mas seu recém-lançado (e ótimo!) disco “It’s not me, it’s you” ganhou uma versão inteiramente repaginada. “Lily Allen Remixed” traz releituras feitas por Fritz Von Runte – ou simplesmente Doc Fritz -, que trocou o calor senegalês do Rio por Manchester. “The Fear” ganhou versão orquestrada e grandiosa, “Not Fair” tá mais lo-pro e agora você pode mandar um belo “Fuck You” pra quem quiser em ritmo de Bossa Nova (ou “Fossa Nova”, como ele chama. Até que faz sentido). Ainda tem levada dub, em EBM, House, Electro… para tudo quanto é gosto.

YouTube Preview Image

O trabalho todo levou um mês para ficar pronto e, nesse meio tempo, Fritz deixou de fazer a barba e só saiu de casa quatro vezes. Para comprar comida. No site oficial do projeto, Doc Fritz disponibiliza o disco inteiro para download, junto com os vídeos também remixados, o link para a página para o Facebook e rola até uma promo pra galera oldschool ganhar o trabalho prensadinho em CD através do Twitter. Ah, o disco tem versões que ainda não foram lançadas na rede!

Parece que a Lily já baixou a sua cópia, mas até agora não deu pinta sobre o que achou do trabalho no próprio Twitter. Mas, do jeito que a sujeita é linguaruda, já já ela fala alguma coisa.

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O “Lily Allen Remixed” foi mais um entre os vários projetos musicais de Doc Fritz, também conhecido por Pete Zarustica. Como Pete, ele assinou o bombadíssimo “The Beatles Hate” (sim, aquele que você e outras 16 milhões de pessoas baixaram), o “The Beatles Hell”, o “Renegade Boys – Beastie Sound Wave” e ainda a gigantesca coleção de mashups Lycantropii, que começou como uma espécie de protesto contra a invasão dos Estados Unidos ao Iraque (é, pois é) e acabou virando uma série de coletâneas natalinas lançadas em 2003, 2004 e 2005. Pode apostar que você já ouviu uma das 60 faixas nas festinhas por aí.

Todos esse projetos foram lançados sob o selo Marshall Records.

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