Archive for the 'jogo' Category

The Adidas Originals Festival

Se esse blog virasse um festival...

Se esse blog virasse um festival...

Gosta de pixel art, de música e de joguinhos? Pois prepare-se para viciar no Originals Festival, nova atração virtual da Adidas. Em época de festivais no Brasil (oi, Tim, oi, Planeta Terra!), o jogo chegou na hora certa. Por que? Ora, nele, você é o produtor de um grande festival de música. Depois de escolher a locação, você monta o line up com uma verba pré-estabelecida, cria o cartaz e faz a divulgação para conseguir o maior público possível. Sim, a divulgação é real, na internet e está sujeita à votação! O vencedor fatura duas passagens para o Meredith Music Festival, em Melbourne, na Austrália, em dezembro. Só tem um detalhe: para concorrer você precisa morar na Escandinávia. É, pois é.

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Em resumo, todos os fanáticos por música que – como eu, claro – ficam especulando sobre as atrações gringas que se apresentam por aqui e discutem a lista de shows de todo e qualquer festival podem dar vazão aos seus desejos mais ocultos e montar o line-up dos sonhos. Ou seja, pára de reclamar e põe a mão na massa!

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A lista de bandas com data disponível para o Adidas Originals Festival vai desde medalhões como Beatles e Beach Boys – de cachês altíssimos, claro – à galera mais nova como José González e The Kooks, passando por Radiohead, Pixies, Primal Scream, Morrissey… tem até os niteroienses do The Twelves, é muita gente! E pode reparar, vários dos nomes cotados por lá já passaram ou vão passar pelo Brasil.

Para fechar o festival, você precisa escolher um head-liner e sete outras atrações, além do after-party. E é aí que você descobre que o festival ideal é tarefa árdua de se cumprir, como deixar tanta banda boa de fora? Como escolher um e deixar outro de lado porque não cabe no orçamento? Dói, viu? Mesmo de brincadeirinha…

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O tal Meredith Music Festival deste ano – a 18ª edição – rola entre 12 e 14 de dezembro e traz MGMT – que tocam este fim de semana no Tim Festival! – The Datsuns, Architecture in Helsinki e mais um monte de atrações semi-desconhecidas. Vendo por esse ângulo, dá até pra não ficar chateado por não morar em um dos países escandinavos.

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Pois o meu Go to Heaven Festival tá bem melhor que a escalação australiana: Radiohead, Primal Scream, Pixies e BRMC são as atrações principais. The Go! Team, I’m From Barcelona, Hot Club de Paris e Au Revoir Simone animam a tarde. O after party fica por conta dos conterrâneos do The Twelves.

Diz aí, você iria ao meu festival? E a sua escalação, qual seria?

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Para ler também:

:: Dr. House responde

:: Imagem & Ação Musical

:: Mc Videogame

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Dr. House responde

Todo mundo conhece aquele sujeito ou sujeita que faz de tudo pra tomar uma patada. Aquela pessoa que, mesmo na inocência, provoca os outros até o limite da paciência e recebe como troco uma bela de uma invertida. Para os causadores involuntários de problema, eis aqui uma solução: um Dr. House virtual que responde às perguntas e conversa com o internauta.

Quem assistiu a pelo menos um episódio* do seriado do médico ranzinza sabe do que eu estou falando: grosseria a granel e diagnósticos certeiros são a especialidade do cara.

Pensando nos pacientes dependentes do Google e Wikipedia para fins de auto-medicação e alimentação da paranóia, ou até mesmo nos carentes que procuram um médico só pra bater papo e reclamar da vida, a Fox americana desenvolveu esse joguinho em que você pergunta e o Dr. Gregory House responde! O avatar é a cara do Hugh Laurie e as respostas são retiradas de falas do seriado. Sério, faça uma pergunta. Só não reclame se ele devolver, cheio de sarcasmo, um “o quê? Você quer um abraço?”.

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* Tem aquela teoria de que quem assiste a um episódio de House assiste a todos, já que nestas quatro temporadas completas – a quinta estréia hoje nos Estados Unidos – a estrutura dos roteiros tem sido rigorosamente igual. Tão idêntica que até fizeram um gerador automático de episódios de House (não tão high-tech quanto o finado gerador de letras do Engenheiros do Hawaii), se liga.

(dica do Marcus Nunes)

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Recordar é viver

Se você curtiu bater um papo com o House, mas achou a conversa muito repetitiva, experimente conversar com o Paul McCartney pra uma dose a mais de simpatia no seu dia. Altamente recomendado.

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Mais cavalinhos

No post sobre minha primeira incursão ao fascinante mundo das corridas de cavalo (sim, eu me repito), eu mandei a seguinte pérola: “Ah, e não necessariamente o cavalo de nome mais legal vai ganhar a corrida. Droga“. Pois é, se liga.

Sábado, dia do show do Bob Dylan no Rio, depois do almoço no Hipódromo (o restaurante) em recepção ao ilustre Alexandre Matias, partimos para o hipódromo (o dos cavalos) pra dar aquela apostadinha básica.

Ao chegarmos, o xiita Arnaldo Branco resolveu procurar referências ao velho Bob entre os cavalos, jóqueis, faxineiros, qualquer outra coisa que pudesse remeter ao tiozinho por cujo show ele tinha pago caro pra ver. Por isso mesmo, creio que a motivação principal dessa busca infundada teria sido a fé em ganhar uma pequena bolada para atenuar a facada do ingresso. Enfim.

Em uma olhadela… não é que ele achou, minina? E não foi referência xinfrim, não. Foi logo achando cavalo com nome de música, o Going Going Gone. Tava pagando 6 por 1 e o passado recente do bicho não dava indícios de que ele seria vencedor, mas lá foi ele apostar. Matias, no Rio para o show, também confiou no palpite. Eu, achando que tinha entendido alguma coisa sobre o funcionamento do jogo, tinha sacado outro pangaré, batizada ridiculamente de Guria Jack, que tinha tudo pra ganhar. Guria Jack tava sendo montada por um jóquei vencedor, já tinha ganho duas corridas e até que tava pagando bem, 5 pra 1 era razoável pra um bicho com prognóstico tão positivo.

Pois bem, Arnaldo e Matias foram na sorte, eu fui pelos cálculos. E adivinhem quem ganhou? Pois é, o cavalo escolhido pelo nome. A minha aposta sequer ficou entre os seis primeiros lugares. No fim das contas, os moços saíram de lá 30 reais mais ricos e eu saí de lá desistindo de entender alguma coisa.

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Voltando à lógica dos nomes, se ficássemos pra jogar o oitavo páreo eu CERTAMENTE iria na Risca-Chispa, adorei o nome. Só que aí CERTAMENTE ganharia o cavalo mais bem qualificado. Porque é comigo. E eu não ganho nem no par ou ímpar.

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Mais um pouco sobre tudo

Imagem & Ação Musical

Acho que foi a melhor definição que eu consegui encontrar pro Music Cube, joguinho em flash em que o usuário tem que adivinhar qual o artista, álbum ou música das décadas de 80, 90 ou 00 (se bem que tem muito erro de data) estão representados pelas imagens que aparecem. A graça tá na infâmia da coisa. Quer uma cola? O disco Speakerboxx/The Love Below do Outkast foi retratado com uma caixa de som + uma caixa + x e em baixo tinha um coração, uma abelha e um velocímetro marcando baixa velocidade. Pescou? Pois é, é bem por aí.

É uma pena que o joguinho tenha apenas 81 desafios, mas uns são tão difíceis, que a diversão acaba prolongada de tanto ter que queimar a mufa pra adivinhar que diabos aquilo quer dizer. Vai lá ver que banda dos anos 70 eles tentaram definir com um caixão dizendo “thank you“, vai.

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Isobel Campbell & Mark Lanegan

A parceria entre a ex-Belle and Sebastian com o ex-Screaming Trees lançada em álbum em 2006 deu tão certo que eles resolveram repetir a dose. Depois do excelente Ballad of Broken Seas, a dupla volta com Sunday at the Devil Dirt, que só vai ser lançado no começo de maio, mas já vazou pra alegria da criançada. Numa primeira audição despretensiosa, já dá pra perceber que a combinação da voz doce de uma com a voz grave e sombria do outro continua funcionando muito bem.

Pra baixar, clica aqui, ó. Depois aproveita pra passear pelo Kokoro, ótimo blog de downloads que alguém indicou no Twitter e eu esqueci quem foi (aaaacho que foi a Flávia Durante, mas não tenho certeza), sorry!

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Aliás, dia de Mark Lanegan, esse. Além do cd novo com a Isobel, já rolou por aqui o ótimo Soulsavers e o The Gutter Twins, dueto com o Greg Dulli, que eu já comentei e dei link pra download aqui.

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Só pras meninas (ou não, né, vai saber)

Agora eu tenho certeza que foi a Flávia que indicou esse canal sensacional no YouTube. Lauren é uma inglesa de 26 anos que há sete meses vem postando com freqüência vídeos com tutoriais de maquiagem. O sotaque dela é um horror, mas o passo-a-passo é super bem explicadinho e ela é bem didática. Maravilha.

Desde que começou, Lauren gravou e publicou 123 vídeos, sendo que os mais recentes chegam a 90 mil page views. O sucesso da menina é tanto que ela foi contratada pela Barry M pra fazer tutoriais específicos com os produtos da marca para o site deles. No YouTube, ela usa as marcas que bem entende, sempre com uma quedinha pela MAC.

Já tô aqui babando com os olhos que essa menina faz. No vídeo aí de baixo, ela ensina a fazer o make clássico da Amy Winehouse. E pelo visto muita gente vai sair por aí com os olhos marcados em preto. Só esse link já foi acessado quase 300 mil vezes em um mês.

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Repara só no ronco incidental ao fundo

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Trazendo o assunto pra realidade calorenta que vivemos, a gaúcha Marina Smith, de 24 anos, criou o 2beauty, blog só pra falar de maquiagem. Mais abrangente que Lauren, Marina também grava tutoriais em vídeo, cria guias de compras, dá dicas sobre trocas, sites para comprar maquiagem e testa novidades, dos produtos mais caros e importados aos mais baratinhos, daqueles que você encontra na farmácia da esquina.

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Enfim uma boa notícia. O zé mané do senador Eduardo Azeredo – o mesmo que criou um projeto de lei para controlar o acesso à internet no Brasil através da identificação obrigatória dos usuários antes de se conectarem que, graças, não foi pra frente – está tentando aprovar um projeto que criminaliza os spammers. Com multas de R$ 50 a R$ 100 para quem envia e-mails não-solicitados em massa sem identificação e autorização prévia; e de R$ 500 a R$ 1.000 para os donos de bancos de dados que revendem nossas preciosas informações, o zé mané supracitado quer regulamentar o marketing online, que só poderá ser feito através de acordo entre as partes, identificação da empresa e com endereço de e-mail válido pra resposta/descadastramento.

Será o fim da enxurrada de mensagens enviadas por chicanos de nomes bizarros? Claro que não, até porque a maioria dos spams que a gente recebe não são gerados no Brasil. Mas que isso pode filtrar bastante a quantidade de lixo que vai parar nas nossas caixas postais todo santo dia, ah, pode. Se tudo der certo, a lei passa a valer no meio desse ano.

Ou seja, deixem suas tias chatas fãs de animações em power-point e correntes pela vida avisadas. Afinal, a gente nunca autoriza essas pentelhices que elas mandam, certo?

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Tá, tá, tá, tô quase acabando. Antes de ir embora vou fazer uma propagandinha básica. Só pra avisar que meu estimado irmão tá com blog novo pela 39568305830 vez e tenho a ligeira impressão de que esse finalmente vai pra frente. Bolinha Amarela, sobre o esporte que é a paixão dele, mas que eu nunca consegui entender. Gosta de tênis? Então prestigia a família.

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Tira esse exército preto da Rocinha que tu é moleque!

A sensação do Natal passado foi o genial Super Trunfo Católico, do não menos genial Eduardo Menezes. Pois este ano as crianças não precisam ficar desoladas. Papai Noel já tem um novo presente para colocar nas meias dos bons meninos e boas meninas do Brasil e, principalmente, do Rio de Janeiro.

Apresento-lhes o War in Rio. Sim, nada de Dudinka ou Vladivostok. O que bomba nessa nova versão do jogo de estratégia mais famoso do mundo é o Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão e a Favela da Maré. Vai encarar? É bom ficar esperto, senão o BOPE vai te pegar!

Se liga só no blog do jogo e baba.

Ah, sim, e reserve logo o seu. A ceia em família vai ficar bem mais divertida.

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We love Katamari!

Eu, que nunca fui adepta de videogames e já vomitei depois de três horas rodando pelos labirintos de Wolfstein 3D, estou viciada em um joguinho eletrônico. Febre no Japão, Katamari foi bem definido pelo Nando como o SACOLEIRO DAS GALÁXIAS. Eu sempre lembro daquelas bolinhas de tirar pêlo de roupa, facilmente encontradas na Casa e Vídeo. O jogo é bem idiota, não passa de uns mini etzinhos com cabeça de pilha que têm nas mãos uma bola muito maior que eles. O lance é rolar a bola sobre a cidade e GRUDAR NELA tudo o que encontrar pela frente. Tem que começar com objetos mais modestos, como passarinhos, cuecas, fogos de artifício, panelas e até pessoas, mas conforme a bola vai crescendo, dá pra pegar casa, árvore, polvo gigante e transatlântico. Quando chega nesse estágio, você já cata a cidade inteira e ouve todos os barulhos possíveis: gritos de pavor, carros buzinando, vacas mugindo, o caos.

A lógica é mais ou menos essa:

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E o exercício de catar LIXO no Playstation 2 é simplesmente VICIANTE, dá pra perder HORAS nessa merda. O “Rei” do jogo não passa de uma grande bichona que fica todo embevecido quando ouve frases como “OH, senhor, você é tão sexy” e bota pra fuder quando a bolota do Katamari não atinge o tamanho determinado, com direito a chuva de raios, arco-íris e o caralho a quatro.

O pior de tudo é que eu me divirto. Pra que ler, comer, dormir, postar no blog, não é mesmo, minha gente? Bom mesmo é ficar fuçando o site e vendo os COSPLAYS dessa porcaria, pra ter a certeza do que me vestir na próxima festa à fantasia que me convidarem:

Enfim, vou ali jogar mais um pouquinho e transformar uma bolota de 300 metros em planeta com medo do rei do universo viadão.

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