Archive for the 'gastronomia' Category

Bar do Adão

A gente muda de casa, muda de bairro, muda de cabelo, muda de roupas, muda de hábitos, sim, mas alguns são tão arraigados que não dá pra tirar do coração, assim, de uma hora pra outra, só porque você está distante deles.

Entendeu nada, né?

É que meu bar preferido sempre foi o Bar do Adão, de cuja matriz fui vizinha durante meus três anos de estadia grajauense. Saí de tão aprazível bairro e pouco voltei a frequentar o estabelecimento, infelizmente. Qual não foi a minha surpresa quando tropecei em uma nova filial do bar em Copacabana, quase na esquina da Rua Aires Saldanha com a Rua Bolívar?

E quando eu, atracada com meu pastel de salmão defumado com tomate confit e cogumelos (Pacífico é o nome, anotem), fui abordada por Robinho, o meu garçom de outrora? “Pensou que ia se livrar de mim?”, ele brincou, me dando outra boa notícia. Além do Bar do Adão copacabanense, que abriu para se juntar ao original, do Grajaú, e às filiais da Tijuca, de Botafogo e da Lapa, também temos mais um Bar do Adão ali no Leblon, bem no meio da Conde de Bernadotte. Não é lindo isso?

Dei a notícia a alguns amigos que ficaram deveras emocionados. Agora o Bar do Adão é de todos, o segredo se espalhou e é hora de espalhar a palavra. Pois é o que eu estou fazendo, aproveitem :)

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Momento ‘The Big Bang Theory’: Comida oriental em casa

Cena recorrente em “The Big Bang Theory”: Sheldon, Leonard e os outros nerds sentados na sala de casa jantando comida indiana na companhia de Penny, a vizinha gostosona. De tanto ver isso se repetir, o cérebro acaba processando a situação como um grande “eu quero”. E lá fui eu, de bobeira, catar algum restaurante que satisfizesse meu momento influenciável.

Pois na minha busca dei de cara justamente com um take away e delivery de comida indiana (e tailandesa, e nepalesa e paquistanesa e…) que entrega para toda a Zona Sul carioca de São Conrado a Botafogo, o Orient Express ou melhor, o Orienthai.

Pra quê, né, em um momento de desejo por curry me atraquei ao telefone e fiz logo um pedido giga de um combo para duas pessoas que consiste em uma entrada, em dois pães, uma porção de arroz e de dois pratos principais. De quebra, ainda ganhei dois copos de Lassi, bebida indiana que combina iogurte, gelo e temperos para ser consumida após a refeição: “Além de digestivo, reequilibra o paladar, após as experiências aromáticas e de paladar da culinária oriental”. E, olha, você vai precisar, porque sabor tem. E muito.

Mas preciso avisar: um combo desses dá em comida pra caramba. Dois glutões não deram conta de arrasar com tudo e ainda sobrou pro dia seguinte.  O bacana é que o pedido vem em embalagens próprias para irem ao forno convencional ou ao microondas e cada tipo de comida e tempero vem indicado por uma cor para facilitar a vida de quem fica perdido em meio a tanto detalhe.

Os pratos? Bicho, os pratos são deliciosos. Carne, cordeiro, frango, frutos do mar… já provei de tudo e atesto: é tudo muito bom, mas é teste pra macho. Comida forte, sabe? Meus preferidos, além de todos os pães e das porções de arroz, são:

Samosa de carneiro: Pasteizinhos recheados de carne de carneiro e temperos especiais.

Won Ton de camarão: Pasteizinhos fritos de massa fininha recheados de camarão cozido e moído com coentro e chili.

Murg Dopiaza: Peito de frango macio, marinado em iogurte e rico emespeciarias. Finalizado com leite de coco e castanhas de caju.

Gai Pasanda: Cubinhos de carne cozidos ao vinho tinto, castanhas de caju, Cardamomo, canela e curry.

Yum Plaa Muek: Lulas cozidas com basílico, tomate e pedaços de manga, além dos temperos picantes (muito picantes).

O ideal nessa brincadeira é fazer um pedidão e juntar os amigos na frente da TV pra jogar conversa fora, fazendo a Penny. Eu recomendo. E peço perdão pela falta de imagens, nunca dá tempo de bater foto da comida antes de devorar tudo…

*****

Mas se você gosta de cozinhar, sofre do mesmo mal que eu e às vezes sente que seu corpo CLAMA por comida hipertemperada, a boa é visitar o Coentro e escarafunchar as receitas. Lá, a Srta. JJ compartilha criações, adaptações e receitas emprestadas, todas previamente testadas e cheias de dicas. Eu, por exemplo, já provei do Kebab da moça e quase desmaio de tão bom que estava.

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Trapézio

Gustavo Marialva

Gustavo Marialva

Você já deve ter reparado que eu gosto de comer. Gosto. E de comer bem. Comida gostosa, comida farta, comida bem temperada. Se eu for pro inferno por um pecado capital, a gula certamente vai me condenar ao calor eterno (se bem que, morando no Rio, né…).

Agora imagine você, querido leitor, a dor que não me bate por simplesmente não ter esta oportunidade durante a semana, quando gasto minhas refeições no bandejão da firma que, vira e mexe, me brinda com dobradinhas, línguas e bifes de fígado sem a menor dó, muito menos piedade. Pedir por gosto, então… é demais.

A situação piora (sim, é possível) nos famigerados plantões de fim de semana, em que a galera do refeitório chuta o balde na hora de montar cardápio e não tem ne-nhu-ma opção de refeição nas imediações. Por isso mesmo que na noite de um sábado desses, depois de oito horas de trabalho, eu resolvi me jogar em uma comidinha gostosa, em uns drinques legais e segui a dica do coleguinha Jefferson Lessa. Acabei parando no Trapézio, mais um bar moderninho e descolado que abriu na Capitão Salomão, em Botafogo.

(Feito o nariz de cera enorme, coisa que adoro nesse blog, vamos ao que interessa)

Lá, pertinho do Meza, encontrei outro bar bacaníssimo, dividido em dois ambientes. Ou você fica no superssociável mesão coletivo em formato de X ou faz o antissocial nas bancadinhas com cadeirão alto para dois. Foi aí que eu entendi o nome do bar por fazer verdadeiros malabarismos pra conseguir ficar sentada (sabe como é, baixinha em cadeira alta sofre). No cardário, uma variedade enorme de caipirinhas (todas feitas com cachaça Seleta ou Absolut) e algumas poucas comidinhas que embarcam na moda dos tapas e vêm em charmosos copinhos.

Como sou gulosa – já disse, né? – combinei com meu acompanhante de escolhermos pratos diferentes e beliscarmos a comida um do outro. Comecei de ceviche de peixe branco com azeite de coentro, enquanto ele foi de moquequinha de camarão. As porções são mínimas, como todo bom “tapa” (aviso logo pra não assustar!), mas são DE-LI-CI-O-SAS. Pra ajudar a descer, destaque para a caipirinha especial de tomate cereja, manjericão e vodca de manga. A combinação parece bizarra, mas antes que eu pudesse torcer o meu nariz, dei uma boa golada na mistura e o que dei a torcer foi meu bracinho. É uma delícia. E não, não fica com gosto de pizza. Vai por mim.

Como um tapa sozinho – tapinha? – não alimenta ninguém, me joguei no tartare de salmão defumado servido em cones de pão folha crocante, provavelmente uma das coisas mais gostosas que comi na minha curta e pobre vida (juro que não é exagero) e voltei à realidade com o kebab de mignon, que não passava de um picadinho com um molho de tomate apimentado. Gostosinho, mas de kebab não tinha nada – talvez só o preço salgado que costuma ser cobrado pela iguaria de turista ferrado na Europa lá pelas bandas da Zona Sul. Mas não vai ser um picadinho que vai manchar a reputação do lugar: o Trapézio é incrível e vale a visita quando bater aquela vontade de comer e beber coisas gostosas em um lugar que te afaste dos pesadelos de um fim de semana trabalhando.

* As fotos incríveis que ilustram o post são de Gustavo Marialva

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Amor de bentô

Você já deve ter ouvido falar nos bentôs, espécie de marmitex japonês todo cheio das nove horas </vovó>. Inclusive, já deve ter esbarrado com imagens e mais imagens dos mais fofos bentôs, decorados com bichinhos e personagens famosos. Se eu acertei essas duas suposições, posso chutar que você pensou na pena que sentiria ao destruir essas verdadeiras obras de arte feitas com comida só pra satisfazer o seu estômago.

Eu não diria que seus problemas acabaram porque estou num programa de reabilitação para deixar de ser infame, mas olha… estão próximos. Quer dizer, isso se você for carioca e frequentar o comecinho de Ipanema. É que bem ali na Aníbal de Mendonça abriu o Bentô, restaurante japa estilo fast food dos mais fofos – e gostosos também.

Antes que você estrile, aviso logo: o Bentô não é mais uma temakeria (sequer vende temaki!), mas segue a moda dos japas-rápidos que começou com o Koni Store, rendeu um monte de fazedores-de-cone não tão bons (e que fecharam as portas rapidinho), mas também deu frutos como o finado (e saudoso) Popfish e o adorado Samoa. Pois é, o Bentô é da família desses dois.

Lá, o lance são as porções individuais. Combinando entradas, sushis ou sashimis, rolls, sobas e até sobremesa você monta seu próprio bentô personalizado. Dá pra pedir uma, duas ou quatro porções que vêm numa bandeja própria, tudo com design bonitinho. Sim, o que substitui os enfeites dos tradicionais bentôs é todo o resto: embalagens, vidros de shoyu, decoração com bambus, até a trilha sonora com pegada indiezinha… assim, você se encanta feito uma criança boba e come, sim, com os olhos (e com os ouvidos felizes), mas não fica regulando a comida.

E ó, no Bentô se come direitinho, viu? Minha combinação ficou assim: croquetes de salmão com molho de mostarda e mel que mais parecem uma releitura de bolinho de bacalhau (delícia, por sinal), sashimis de salmão, mix de sushis e roll de tartare de atum com tabasco e flocos de arroz (hot!). Minha cobaia, quer dizer, meu acompanhante, foi de bolinho de atum crocante, sashimi de atum, hot filadélfia (que tava longe de ser perfeito, mas era bem honesto) e yakisoba de filé. Tudo muito gostosinho e seriamente aprovado.

Aí você me pergunta, querido leitor: “e o preço?”. Não é dos mais baratos, mas caro também não é (afinal, é fast food). O bentô com quatro porções sai por R$ 22 independente da combinação que você fizer. No meu caso, por exemplo, foram 18 peças. Justo.

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Quermesse-food gourmet

Pensa em comida de quermesse, de casa de avó. Tem que ser doce. Pensou? Dois clássicos com essas características são o arroz doce e os churros que, depois de muito tempo restritos aos guetos gastronômicos, ganharam status de gourmet com o papo de valorização da tal comfort food. Pelo menos lá fora.

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A Xooro – que, segundo o site, se pronuncia “sure-oh” – é uma rede californiana de… churros! Lá, o doce preferido do Chaves saiu das barraquinhas onde eram fritas em óleo velho e virou comida de gente fina, que freqüenta o West Hollywood.

O mais incrível é a gama de sabores: em vez de doce de leite, o “Dulce de Leche”, recheado com doce argentino e coberto com merengue, como um típico alfajor. O churro tradicional com recheio de chocolate ganhou versão batizada de “Triple Chocolate”, com recheio de chocolate, cobertura de chocolate e uma camada de chocolate granulado. Ufa.

Sentiu o drama? Para fugir da mesmice, ainda rolam os sabores manga, mapple bacon (sim! Bacon!), tiramisu, raspberry e, como não poderia faltar, o original: simples como deve ser, mas que segue a onda saudável e não contém glúten. Além das sobremesas, o Xooro também vende bebidas quentes: doce de leite com chocolate, Mexican Hot Chocolate ou Premium Spanish Hot Chocolate. Pra taxa de glicose ir lá em cima.

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Pra quem gosta de arroz doce (ou “rice pudding”) e estiver dando uma voltinha por Nova York, dizem que a boa é o Rice to Riches. A loja do Lower East Side é especializada em vender o doce da vóvó como se fosse sorvete em uma infinidade de sabores que levam nomes engraçadinhos e cheios de referências como “Sex Drugs and Rocky Road”, “Rest in Peach”, “The Edge of Rum Raisin” e “Chocolate Chip Flirt”.

Assim como acontece no Yogoberry (e em todas as lojas de frozen yogurt, que também apareceram lá fora primeiro), você ainda pode escolher cobertura – os tais “toppings” -, que vão do côco tostado ao chantilly, dependendo da vontade de engordar do cliente.

Como se não bastasse a idéia ser incrível (não sei quanto a você, mas eu me amarro em arroz doce e tenho a maior preguiça de fazer em casa), o Rice to Riches vem em embalagens de plástico resistente que podem – e devem, galera da sustentabilidade! – ser reaproveitadas. Quem quiser, pode levar só os potinhos e os talheres de plástico para casa, mas aí perde toda a graça atrelada ao consumo de uma grande quantidade de açúcar.

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Comida di Buteco

Diz o popular que “antes tarde do que nunca” e só ele pra justificar da maneira mais cara de pau possível meu total descaso com a segunda edição carioca do Comida di Buteco. Até agora. A quinze dias do fim do melhor concurso dedicado à baixa-gastronomia, resolvi tomar coragem e dar uma olhada nas iguarias participantes. Meu. Deus. Do. Céu. A tentativa de me manter longe da tentação se mostrou vã na primeira olhadela na lista de bares e suas receitas.

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Mas como resistir a simples idéia do purê de baroa com camarão do sempre-delícia Aconchego Carioca? E a mesma mistura na variação bolinho, lá do Salvação? Ou o kibe de peixe do Bar Urca? A barquete de salmão do Bracarense… o croquete de milho com camarão e cheddar do Gracioso ou mesmo o croquete de queijo empanado passado na farinha de torresmo, queijo parmesão e flocos de milho do Petit Paulette. Pelo bem da minha silhueta, quis passar longe, mas como minha gula é muito maior que minha força de vontade… não vai dar pra resistir.

Poderia discorrer por horas e horas acerca dos tira-gostos, mas… já estou 15 dias atrasada, vou preferir comer a falar. Você, que tá aí de bobeira pelo Rio, faça-se o favor de fazer o mesmo. Corre lá na lista de botecos, faça seu roteiro e prepare-se para a comilança.

*****

Para ler também:

:: O melhor de Botafogo

:: Bolinho de Arroz

:: Boteco Vip

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Bolinho de arroz

Hit do reaproveitamento das sobras caseiras, o bolinho de arroz está ganhando espaço nos cardápios dos bares e restaurantes do Rio. A iguaria, simples, esperta e gostosa, antes ficava restrita aos lares onde é comum a matriarca atarefada errar na conta do arroz e ficar com pena de jogar aquele montão que sobrou fora. Lavoisier explica: é mais ou menos a mesma lógica dos restaurantes a quilo que funcionam como pizarria rodízio à noite. A comida até se cria, mas o que sobra dela obviamente se transforma.

Ignorando a procedência ou mesmo a intenção por trás da receita, o popular bolinho de arroz pode fazer a festa de muitos glutões que, como eu, adoram uma comida com gostinho de casa. Por isso mesmo, andei provando vários exemplares por aí – aqui no Rio, no caso – para dar o meu aval. Dizem as boas línguas que o do Ritz, em São Paulo, é imbatível. Como ainda não pude degustar de tão não-nobre iguaria, espero que os cariocas trilhem o mesmo caminho.

Joaquina Bar: o bolinho de arroz temperado servido ao molho de tomate apimentado em porção com seis disputa a tapa (trocadilho gastronômico incluso) com a lula à dorê ao molho aiöli pela minha preferência entre os petiscos da casa.

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Joaquina

Boteco da Garrafa: é o super star da rede de bares do povo do Belmonte. Vendido à unidade de tamanho generoso, vem crocante por fora e cheio de queijo por dentro. I said cheeeese. Já vale, né?

Samoa Rio: até o mezzo-japa, mezzo-carioca se rendeu ao hype. Feita com arroz de sushi e peixe do dia, a porção com seis bolinhos vale muito a pena para abrir os trabalhos (justiça seja feita. Provei pela segunda vez depois de ter escrito esse post e achei que ele merecia mais algumas palavras: parece um bolinho de bacalhau, mas no lugar da batata você coloca o arroz. O tempero? Ótimo! Baita gostinho de páprica).

Meza Bar: mais arrumadinho, o papo aqui é bolinho de risoto de açafrão servido ao pesto de manjericão. Invecionice demais em cima do básico? Pode apostar que vale a pena. Quer ver? Dá uma olhada na receita que eles disponibilizaram no site do bar.

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Ingredientes

1kg de arroz arbório
200ml de vinho branco
1 cebola
40g de açafrão em pó
20g de queijo minas padrão
100g de queijo parmesão
1l de caldo de carne
100g de manteiga
50ml de óleo
Sal e pimenta a gosto
30ml de pesto de manjericão (N. da E.: é fácil de fazer, só bater as folhas de um maço bonito de manjericão com bastante azeite de qualidade e queijo parmesão. As medidas? Vai no olhômetro!)

Modo de fazer

Picar cebola, refogar na panela com óleo. Adicionar o arroz arbório e refogar na panela por 30 segundos sempre mexendo. Misturar o açafrão. Declacear com o vinho branco e deixar evaporar, adicionar caldo de carne até o arroz estar pronto. Adicionar manteiga e parmesão e mexer até que eles estejam incorporados ao risotto. Temperar com sal e pimenta. Adicionar gelo à panela para cortar o cozimento. Espalhar o risotto em uma assadeira e levar à geladeira para esfriar por, pelo menos, uma hora. Cortar o queijo em cubinhos de 1 cm. Enrolar as bolinhas de risotto com o queijo no meio e passar na farinha de panko, no ovo batido e então na farinha panko novamente. Fritar em óleo quente.

Gattopardo: o tradicional bar carioca serve porção com nove bolinhos de arroz (que estão mais para croquetes!) super simples, para se comer com Tabasco. A boa é acompanhar a entrada com um dos chopes artesanais feitos pela própria casa.

Boteco Vip: o bar, recomendadíssimo por esta que vos fala, também tem sua versão. O bolinho de arroz vem recheado com sardinha refogada e molho de páprica. Foi o único da lista que não provei, mas vindo de onde vem, não duvido que seja excelente.

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Boteco Vip

*** UPDATE! ***

Bazzar Café: o bistrô que vem acoplado em tudo quanto é Livraria da Travessa também incluiu o petisco no cardápio na forma de bolinho de risoto com gorgonzola e molho de damasco. Em formato de cigarrete, servido em uma torre de quatro bolinhos empilhados, dizem que é pra comer com garfo e faca, mas aí eu já achei exagero. Para quem curte muito gorgonzola, deve ser um prato (ou uma entrada) cheio. Para quem não é fã do queijo feito eu, quebra aquele galho na hora de tapear o estômago, mesmo com tanta frescura. Afinal, é arroz.

*****

No fim das contas e de toda essa comilança, a conclusão a que eu consigo chegar é que não importa de quem sejam os restos, um bolinho de arroz bem feito dispensa até o conhecimento prévio de sua trajetória na cozinha. Quem quiser indicar bolinhos de arroz imperdíveis, os comentários são serventia da casa.

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