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Momento ‘The Big Bang Theory’: Comida oriental em casa

Cena recorrente em “The Big Bang Theory”: Sheldon, Leonard e os outros nerds sentados na sala de casa jantando comida indiana na companhia de Penny, a vizinha gostosona. De tanto ver isso se repetir, o cérebro acaba processando a situação como um grande “eu quero”. E lá fui eu, de bobeira, catar algum restaurante que satisfizesse meu momento influenciável.

Pois na minha busca dei de cara justamente com um take away e delivery de comida indiana (e tailandesa, e nepalesa e paquistanesa e…) que entrega para toda a Zona Sul carioca de São Conrado a Botafogo, o Orient Express ou melhor, o Orienthai.

Pra quê, né, em um momento de desejo por curry me atraquei ao telefone e fiz logo um pedido giga de um combo para duas pessoas que consiste em uma entrada, em dois pães, uma porção de arroz e de dois pratos principais. De quebra, ainda ganhei dois copos de Lassi, bebida indiana que combina iogurte, gelo e temperos para ser consumida após a refeição: “Além de digestivo, reequilibra o paladar, após as experiências aromáticas e de paladar da culinária oriental”. E, olha, você vai precisar, porque sabor tem. E muito.

Mas preciso avisar: um combo desses dá em comida pra caramba. Dois glutões não deram conta de arrasar com tudo e ainda sobrou pro dia seguinte.  O bacana é que o pedido vem em embalagens próprias para irem ao forno convencional ou ao microondas e cada tipo de comida e tempero vem indicado por uma cor para facilitar a vida de quem fica perdido em meio a tanto detalhe.

Os pratos? Bicho, os pratos são deliciosos. Carne, cordeiro, frango, frutos do mar… já provei de tudo e atesto: é tudo muito bom, mas é teste pra macho. Comida forte, sabe? Meus preferidos, além de todos os pães e das porções de arroz, são:

Samosa de carneiro: Pasteizinhos recheados de carne de carneiro e temperos especiais.

Won Ton de camarão: Pasteizinhos fritos de massa fininha recheados de camarão cozido e moído com coentro e chili.

Murg Dopiaza: Peito de frango macio, marinado em iogurte e rico emespeciarias. Finalizado com leite de coco e castanhas de caju.

Gai Pasanda: Cubinhos de carne cozidos ao vinho tinto, castanhas de caju, Cardamomo, canela e curry.

Yum Plaa Muek: Lulas cozidas com basílico, tomate e pedaços de manga, além dos temperos picantes (muito picantes).

O ideal nessa brincadeira é fazer um pedidão e juntar os amigos na frente da TV pra jogar conversa fora, fazendo a Penny. Eu recomendo. E peço perdão pela falta de imagens, nunca dá tempo de bater foto da comida antes de devorar tudo…

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Mas se você gosta de cozinhar, sofre do mesmo mal que eu e às vezes sente que seu corpo CLAMA por comida hipertemperada, a boa é visitar o Coentro e escarafunchar as receitas. Lá, a Srta. JJ compartilha criações, adaptações e receitas emprestadas, todas previamente testadas e cheias de dicas. Eu, por exemplo, já provei do Kebab da moça e quase desmaio de tão bom que estava.

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Adoro caderninhos!

Em fevereiro fiz um post falando sobre várias marcas de caderninhos similares ao Moleskine e voltei a essa fase de “louca do caderninho” – da qual nunca larguei, não vivo sem os meus na bolsa – graças a três (gratas) surpresas.

A primeira foi o lookbook da coleção de verão da Farm, projetinho super bacana da marca carioca que estava rolando há vários meses. Fui convidada para colaborar com aquele pequeno guia para cariocas perdidos em São Paulo e aceitei com muita honra, afinal, estava do lado de meninas bacaníssimas como a Fê Resende, do Oficina de Estilo. Teeeempos depois, finalmente o lookbook ficou pronto e o meu chegou aqui em casa essa semana.

farmlook

Baita orgulho ter participado. O caderninho tem o cheiro característico das roupas da Farm, a capa vem forrada de tecido com uma das cobiçadas estampas da loja e com a florzinha símbolo da marca em metal dourado. O marcador de página é uma fitinha como as do Senhor do Bonfim e o conteúdo, ah, o conteúdo. Várias dicas de moda, de beleza, de viagem  (\o/), dicas para viver a vida mais leve. Uma delícia. No final, páginas em branco para cada uma das meninas que recebeu o mimo contar a sua própria história. Se você recebeu o seu, dá lá uma olhada na página de agradecimentos e acha meu nome! :)

A segunda surpresa foi uma caixa que o pessoal da Cícero Papelaria mandou entregar aqui. Dentro dela, que pesava horrores, 23 modelos diferentes da linha de cadernos e blocos. Tinha com pauta, sem pauta, quadriculado, bloco, cadernão, caderninho, brochura, espiral, capa mole, capa dura. Tinha de tudo, de tudo quanto é cor. Papo de ficar boquiaberta com tamanha gentileza. Como eu disse meses atrás, conheci a Cícero logo que eles chegaram ao mercado e acompanhei a evolução da linha, principalmente na qualidade do acabamento dos caderninhos.

cicerocadernos

A terceira surpresa relacionada aos cadernos fica pra depois. Só digo logo pra vocês prepararem suas câmeras e colocarem a criatividade em prática, porque o tal caderninho veio anunciar uma promoção muito bacana para os leitores do Go to Heaven. Segura que já já tem novidade.

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Ronaldo Lemos na Casa do Saber

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O meu Twitter e o Ronaldo Lemos, foto do @bigdigo

Eu e minhas promessas… mas eu juro que esse blog não vai virar um Vale a Pena ver De Novo da minha vida (saca a aliteração), mas essa tem que ser compartilhada.

Fui convidada pelo Beto Largman pra fazer a cobertura via Twitter de uma das palestras do ciclo “Tecnologia: um manual para os novos tempos” que ele organizou na Casa do Saber. E ele me incumbiu de twittar justamente a palestra do Ronaldo Lemos (que avisou que nunca teve Twitter!), diretor do Creative Commons no Brasil e um dos criadores do Overmundo. Coincidentemente, também o cara que escreveu parte da bibliografia usada na amada monografia que me garantiu o diploma de Jornalismo.

Na época em que eu estava às voltas com o Cultura Livre, de Lawrence Lessig, e todo aquele papo sobre direito autoral na era digital por causa do meu objeto de estudo (o lançamento do álbum “In rainbows”, do Radiohead, pela internet – falo mais sobre isso no fim do post), cheguei a conversar com o Ronaldo pra marcar uma entrevista, mas a agenda dele é tão complicada – e a minha também ficou uma loucura com os mil trabalhos e minha passagem pelo hospital – que o papo nunca rolou. Por isso, a oportunidade de estar cara a cara com o Ronaldo falando sobre um assunto que estudei com tanto carinho foi incrível.

Foram tantos replies, retwitts, perguntas e incentivos que resolvi compilar tudo o que enviei para o microblog durante a palestra para que o material – riquíssimo – não se perdesse na minha timeline. Aproveitei para desenvolver mais alguns tópicos, o que não deu pra fazer em 140 caracteres, para dar uma dimensão maior de tudo o que o Ronaldo falou. Foram mais de 90 twitts em duas horas – e mais de 200 replies e retwitts -, devo ter enchido o saco de muita gente, mas outras tantas se mostraram muito interessadas pelo assunto. Então vamos ao que interessa.

O ENCONTRO

OS DESAFIOS DA PRODUÇÃO CULTURAL NA ERA DIGITAL
Este encontro irá apresentar as transformações na produção da cultura, da informação e do conhecimento nos últimos anos e como as tecnologias têm sido apropriadas pelas periferias com resultados cada vez mais surpreendentes. A conversa abrangerá ainda temas como a crise/reinvenção das mídias tradicionais, a dicotomia entre a internet colaborativa e a necessidade de geração de receitas, os problemas inerentes a direitos autorais, licenciamento através de Creative Commons, os novos modelos de negócio, o impacto cultural das “lan-houses” na produção cultural e a sociabilidade das populações jovens.

(O post ficou GIGANTESCO, clica aí embaixo pra ler tudo!)

Continue reading ‘Ronaldo Lemos na Casa do Saber’

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Not Safe For Work

Aviso: o título deste post é sério, favor não clicar nos links contidos abaixo em ambiente família e/ou de trabalho a fim de evitar constrangimentos e/ou demissões por justa causa, caso você trabalhe em um orfanato ou em alguma instituição ligada à Igreja Católica. Depois não digam que eu não avisei.


Enfim, seguindo em frente.

Os fãs do RedTube e quetais que me desculpem, mas salvo raríssimas exceções que realmente curtem – cujos exemplares confesso desconhecer – a pornografia explícita contida nos sites de sacanagem não é exatamente atraente para o público feminino. E creio que a explicação para este fenômeno seja bastante simples: mulher tem, atrelado a cada um de seus cromossomos XX, a predisposição para a gongação do visual alheio.

Como entrar no clima de um filme pornô quando o que se vê na tela geralmente é um desfile de raízes de cabelo mal pintadas, tatuagens de presidiário, canastrice suprema, corpos besuntados, unhas gigantescas (que faz toda e qualquer mulher perguntar “e não machuca?“) e caras de, erm, hmmm… atrizes pornô?! Com tantas distrações, fica difícil se ater ao foco.

Pois na onda do tal do alt porn – mais um rótulo imbecil que define a pornografia mais… classy com pessoas mais, bem, alternativas – têm pipocado vários blogs dedicados às imagens de casais fazendo aquilo que seu pai e sua mãe fizeram pra te conceber. E antes de fazer essa cara de pavor, esqueça a imagem mental ruim e tenha registrado que as fotos são, em sua maioria, lindíssimas. Além de, mais importante, surtirem efeito comprovado no público-alvo deste post: o feminino. Inspiração pra quem gosta de foto e pra quem gosta de sexo, taí o Le Chagrin, que não me deixa mentir. Homens e mulheres como eu e você – ou não, mas certamente mais compatíveis com a realidade próxima que a nova Trixxie Hot da vida.

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Iconoclastia

Eu não suporto mate gelado. Não entendo a pilha errada do açaí. E o Biscoito Globo não passa de um biscoito de polvilho como outro qualquer. Um simples enganaquático!

Diz aí, sou ou não sou a carioca mais fajuta que você conhece?

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Falando em ícones, o Ídolos de Bigode está concorrendo à categoria Blogwurst do prêmio The Best of Blogs, da Deutsche Welle. Quer sabe o porquê? Saca só:

“Jogadores de futebol, teóricos do comunismo, rappers, artistas de cinema, líderes sindicais, presidentes e até um automóvel do século passado. O que todos eles têm em comum? Bigodes. Uma ode à estética masculina, com imagens divertidas e textos bem escritos”.

Outro querido da casa, o Pensar Enlouquece, do mestre supremo Alexandre Inagaki, também concorre na categoria Melhor Weblog em Português.

‘Bora votar pra favorecer a catiguria, ‘bora?

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Eu tinha muito mais coisa pra falar, mas… já esqueci. Volto em breve!

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Separadas no nascimento

Interrompemos as atividades normais deste blog para avisar que a autora do espaço encontrou sua irmã gêmea.

Sim, é igual. Não, não são a mesma pessoa. Sim, as duas se chamam Lívia.

Quando eu me recuperar do susto, eu volto.

UPDATE: Eu e xará estamos concorrendo a uma camiseta do excelente Te dou um dado? na promoção “Te dou um clone?”. Estamos perdendo de lavada, com apenas três votos. Mas tudo tem um motivo: a sósia da Katie Holmes é im-ba-tí-vel. Vão dar uma forcinha pra ela, vão!

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Extreme linkage

Vocês ficaram sabendo do quão disputada foi a venda do único show que o Led Zeppelin fará em novembro, em Londres, né? A volta de Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones ao palco juntos de Jason Bonhan, herdeiro do ex-baterista, mobilizou mais de 20 milhões de pessoas, que se inscreveram no site pra CONCORRER ao direito de COMPRAR um par de ingressos dos 25 mil que foram postos à venda.

Pois meu amado amigo John Andrade, baixista de mão cheia, derrotou a concorrência de 1600/vaga, digo, par, e foi escolhido pra comprar dois ingressos pra assistir a lendária banda preferida em sua terra natal.

Ah, como a passagem ia ficar super cara, o John fez uma jogada de mestre: ofereceu um dos ingressos – que saíram a cerca de R$ 600 CADA – a quem custeasse a ida e a volta da Inglaterra. E não é que ele achou um maluco disposto? Pois é. O dia-a-dia da contagem regressiva pra essa saga é narrado no blog “Ahmet Ertegun Tribute – Vamos?“. Não dá pra não babar.

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Eu juro que não sei como vivi sem o Waitless por tanto tempo. O site, indicado pelo Fábio Seixas, traz várias dicas pra não desperdiçar tempo no dia a dia. Desde amarrar os tênis de um jeito muito mais prático e descascar um ovo cozido em 1/5 do tempo usual. Imperdível.

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And last, but not least, venho por meio desta informar que sinto a obrigação moral de avisar que o blog de mp3 World Vix disponibilizou a coletânea dupla que a rádio BBC, de Londres, lançou para comemorar os 40 anos de atividade. Quarenta artistas da niugenereixon foram convidados pra recriar um clássico de cada ano de vida da emissora, de 1967 a 2006.

As “princesinhas” do pop Lily Allen (’Don’t get me Wrong‘, Pretenders), Amy Winehouse (’Cupid‘, Johnny Nash) e Beth Ditto (’Careless Whisper‘, George Michael) marcaram presença. As versões de Foo Fighters para ‘Band on The Run‘, dos Wings; e do Robbie Williams para ‘Lola‘, do Kinks são irretocáveis. Mika também não faz feio em seu tratamento pro hit ‘Can’t Stand Losing You‘, do Police e o Keane não decepciona com a responsabilidade de recriar ‘Under Pressure‘, do Queen.

Entre as quarenta covers, a rainha do pop foi homenageada duplamente: Madonna teve versões de ‘Ray of Light‘ e ‘Crazy For You‘ emplacadas, respectivamente, por Natasha Bedingfield e Groove Armada. A seleção de músicas termina em 2006, com o hit ‘Steady as She Goes‘, do Racounters – que gravaram ‘Teenage Kicks‘, dos Undertones – interpretada pela fofa Corinne Bailey Rae.

Pra quem, como eu, não perde a chance de se divertir com boas versões, taí um prato cheio. Pra baixar, os discos estão divididos em três partes (I, II, III) no RapidShare.

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