“Meu nome é Nina Becker, eu canto, eu toco xilofone, eu arranho um violão”. No palco, a moça só não faz sapatear, mas dança, faz careta, cumprimenta a plateia, se diverte. Mais conhecida como uma das crooners da Orquestra Imperial, Nina subiu ao palco do Teatro II do CCBB na última terça e fez questão de se apresentar ao público. Afinal, o show fazia parte do projeto “Pode apostar!”, uma série de shows com “talentos emergentes da música brasileira”, ainda desconhecidos de um grande público.
Na plateia tinha de tudo, gente nova, gente mais velha, velhos conhecidos, curiosos, um monte de gente que – parecia – já estava bem habituada com o som da moça. Dizem que é “nova MPB”, mas no fim das contas acaba sendo uma deliciosa mistura de samba, rock, bossa nova, mpb, tropicalismos… tudojuntoaomesmotempoagora. Tudo coroado pela voz linda que ela tem. No repertório, Nina vai desde suas próprias composições – mais calmas, “delicadas”, como a própria define – a Jorge Mautner, de Tom Jobim a Serge Gainsbourg.
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Toda terça-feira, o Pode Apostar! leva um novo nome para duas sessões no CCBB, sempre às 12h30 e 18h30. Além de Nina Becker, já passaram pelo palco os rapazes do Fino Coletivo e Rodrigo Maranhão. Nas próximas terças assumem o posto Mariana Aydar e Marina de La Riva. Quem fecha o projeto é a excêntrica Silvia Machete, a mesma moça que abriu a série de shows no dia do aniversário do CCBB.
Quem não é do Rio não precisa ficar de bode: a programação – com estes e outros nomes, como Curumin – também vai passar pelo CCBB São Paulo e pelo CCBB Brasília.
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Falando em CCBB, agora está mais fácil de achar a programação cultural do espaço na internet. Dá uma olhada: http://www.bb.com.br/cultura.









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