Monthly Archive for April, 2009

Lily Allen de cara nova

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Nah, aparentemente a desbocadinha do pop não retocou o rosto com botox e plástica, mas seu recém-lançado (e ótimo!) disco “It’s not me, it’s you” ganhou uma versão inteiramente repaginada. “Lily Allen Remixed” traz releituras feitas por Fritz Von Runte – ou simplesmente Doc Fritz -, que trocou o calor senegalês do Rio por Manchester. “The Fear” ganhou versão orquestrada e grandiosa, “Not Fair” tá mais lo-pro e agora você pode mandar um belo “Fuck You” pra quem quiser em ritmo de Bossa Nova (ou “Fossa Nova”, como ele chama. Até que faz sentido). Ainda tem levada dub, em EBM, House, Electro… para tudo quanto é gosto.

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O trabalho todo levou um mês para ficar pronto e, nesse meio tempo, Fritz deixou de fazer a barba e só saiu de casa quatro vezes. Para comprar comida. No site oficial do projeto, Doc Fritz disponibiliza o disco inteiro para download, junto com os vídeos também remixados, o link para a página para o Facebook e rola até uma promo pra galera oldschool ganhar o trabalho prensadinho em CD através do Twitter. Ah, o disco tem versões que ainda não foram lançadas na rede!

Parece que a Lily já baixou a sua cópia, mas até agora não deu pinta sobre o que achou do trabalho no próprio Twitter. Mas, do jeito que a sujeita é linguaruda, já já ela fala alguma coisa.

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O “Lily Allen Remixed” foi mais um entre os vários projetos musicais de Doc Fritz, também conhecido por Pete Zarustica. Como Pete, ele assinou o bombadíssimo “The Beatles Hate” (sim, aquele que você e outras 16 milhões de pessoas baixaram), o “The Beatles Hell”, o “Renegade Boys – Beastie Sound Wave” e ainda a gigantesca coleção de mashups Lycantropii, que começou como uma espécie de protesto contra a invasão dos Estados Unidos ao Iraque (é, pois é) e acabou virando uma série de coletâneas natalinas lançadas em 2003, 2004 e 2005. Pode apostar que você já ouviu uma das 60 faixas nas festinhas por aí.

Todos esse projetos foram lançados sob o selo Marshall Records.

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Playlist infinita

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No filme, até a lata velha caindo aos pedaços tem carisma

Os elementos são claros: é só pegar uma comédia romântica adolescente + um protagonista nerd + uma mocinha cool + uma cheerleader biatch que caga na cabeça do mocinho e – tcha-rã! – você vai se lembrar de zilhões de filmes que assistiu durante a vida.

Agora pega isso tudo e joga em Nova York, com direito a passeios pela cena alternativa e os inferninhos da Big Apple com trilha sonora caprichada. O nerd não é um nerd qualquer: ele é o Michael Cera (sim, o mocinho de “Juno”), toca numa banda de “queercore” (ah, os rótulos esdrúxulos) e tem mania de gravar mixtapes de coração partido (recheadas de músicas legais, obviamente!) para a tal patricinha idiota que, por sua vez, esnoba tudo isso. Sim, ela deu um pé na bunda do garoto bem no dia do aniversário do coitado!

Nesse meio tempo, a colega hiper-cool da patricinha descobre os cdzinhos caprichados, com capinha e tudo, jogados no lixo e se apaixona platonicamente pelo sujeitinho nerd. Até que eles acabam se conhecendo por acaso em uma noite que parece nunca terminar.

Adicione um show secreto da banda queridinha do momento que to-do-mun-do quer assistir,  uma dupla de  gays fofíssimos que quer salvar o nerd das trevas sociais, uma amiga bêbada que dá trabalho, um ex-namorado interesseiro, uma direção caprichada e personagens com carisma aos quilos. Pronto, taí um filme fofo, divertido, legal.

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Um nerd, dois gays e uma bateria eletrônica: The Jerk Offs

Quer saber que diabos de filme é esse? “Nick & Norah’s Infinite Playlist”, que os cinemas deixaram passar batido por aqui e foi lançado direto em DVD no começo do mês. O filme foi baseado no romance de David Levithan e Rachel Cohn e você pode ler um trechinho do livro aqui. Segundo Tati Contreiras, minha consultora oficial para literatura adolescente, o livro é excelente.

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O cartaz do filme é muito ternurinha!

Mas então…

O tal nerd é Nick O’Leary. O típico esquisitinho apaixonado pela garota mais popular do colégio. Só que ele saca de música, tem uma banda bacana e é muito, mas muito fofo. Tão fofo que suportou seis meses de chifres por estar cegamente apaixonado. Depois de muito sofrer fazendo mixtapes pedindo a ex de volta, ele acaba atraindo uma menina muito mais legal. Ah, e como eu disse lá em cima: é o Michael Cera. E Michael Cera está para os ótimos filmes adolescentes assim como Seth Rogen está para as ótimas comédias adultas.

Norah Silverberg é gente boa, é linda, acabou de passar para uma boa faculdade e, como se isso não bastasse para criar simpatia pela personagem logo de cara, ela é filha de um famoso produtor musical que comanda o lendário estúdio Electric Lady. Sim, aquele que foi construído por Jimi Hendrix e já abrigou gravações do David Bowie, Led Zeppelin, John Lennon, The Clash, Stones… pois é, ela cresceu em meio a amplificadores, guitarras e gente importante do métier, com moral suficiente para conseguir entrada liberada e regalias em qualquer lugar que ela chegue. Mesmo assim, não abusa do QI. É daquelas mocinhas que merecem torcida.

Tris é a patricinha que acha que a bunda os peitos (é, ela é americana) servem de passaporte para conseguir tudo o que ela quer e, burra, esnoba o mocinho para pegar um banana qualquer. O problema é que ela resolve ter Nick de volta depois de vê-lo com sua inimiga de colégio Norah. A partir daí, como diria o tio da Sessão da Tarde, rolam altas confusões.

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Com “infinite playlist” no título, bandas de rock e adolescentes envoltos em mixtapes, era de se esperar que a trilha sonora do filme fosse bacana, né? Pois toca The National, Modest Mouse, The Raveonettes, Chris Bell (ex-guitarrista e vocalista do Big Star, uma das preferidas da casa), os hypados Vampire Weekend e We Are Scientists e mais um monte de gente bacana.  Ahm toque do celular do Nick é “Boy’s Don’t Cry”, do Cure! No MySpace do filme, dá para ouvir só um trechinho de cada música, mas já dá para sacar o que rola.

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Boteco Vip

Não se deixe enganar pelo nome. O que ele tem de ruim, a casa tem de ótima. Escondido na Conde de Irajá, no Humaitá, o tal Boteco Vip fica em um casarão antigo e enorme. Se a decoração é neutra o suficiente para passar batida, todo o resto chama atenção: o serviço atencioso, os pratos e petiscos caprichados e o chope artesanal, acompanhado de uma vasta carta de cachaças e cervejas.

Bolinho de tapioca recheado de queijo com molho de rapadura com mostarda. Coisa de louco

Bolinho de tapioca recheado de queijo com molho de rapadura com mostarda. Coisa de louco

Quem me apontou o tal boteco do nome ruim foi o meu amigo Pedro Fraga. Nada mais justo que parar lá numa noite de sábado com ele e com nossos respectivos. O Pedro quis conhecer o lugar por causa das cervejas especiais. Eu, gorda de alma, fiquei doida quando vi o cardápio de petiscos arrumadinhos no site.

Para beber, fomos de chope Mistura Clássica Amber, chope Mistura Clássica Weiss e chope Röter Pilsen. Na garrafa, Colorado Indica e Colorado Appia. O que significa isso o Pedro explica, já que o entendido de cervejas é ele:

O Chopp Röter é um chopp pílsen não filtrado, puro malte (ou seja, nada de cereais como milho e arroz que muitas grandes cervejarias utilizam) e com 3 lúpulos importados, mas que tem baixo amargor e boa drinkability. Já o Mistura clássica Weiss é feito com malte de cevada e trigo, no estilo tipicamente alemão. O resultado é uma cerveja bem turva, com aroma de cravo e sabor condimentado e frutado. O Mistura Clássica Amber, o melhor dos três, é vermelho rubi, levemente amargo e com notas de caramelo e torrado no sabor.

A Colorado tem como proposta principal a utilização de alguns ingredientes bem brasileiros na elaboração das suas cervejas. A Indica, no estilo India Pale Ale, leva rapadura na composição e resulta numa cerveja vermelha encorpada com 7% de alcool e boa presença de lupulo tanto no aroma como no amargor. A Colorado Appia é uma cerveja de trigo que foge do sabor de banana e cravo comum no gênero, apresentando uma boa presença de mel, que é ingrediente adicionado na mesma”.

Apesar de os bebes serem um atrativo de peso (ainda mais porque não dão ressaca), o que realmente me fez correr para o Boteco Vip foram os comes, criações do chef Cesar Mattos. Para provar o máximo possível, pedimos o bolinho de tapioca recheado com queijo acompanhado de molho de mostarda com rapadura, cestinha de massa de pastel recheada com patê de bacon e coberta com castanha do Pará, além de eu ter me arriscado a comer uma iguaria da qual eu não sou fã, a carne seca com abóbora. Depois disso, tive que dar o braço a torcer. Apesar de ter me acostumado a dizer que não gosto, o bolinho de abóbora recheado com carne seca, acompanhado de molho barbecue de goiaba estava incrível.

Cestinhas de massa de pastel com patê de bacon e castanha

Cestinhas de massa de pastel com patê de bacon e castanha

Para arrematar, fomos chips de Cará fritos que, segundo o site do bar, é um “tubérculo do mesmo grupo da mandioca e do inhame. Tem casca marrom escura, coberta com fibras finas como cabelo, e polpa fibrosa branca ou amarelada. É muito consumido no Nordeste do Brasil”. Tudo muito gostoso, bem apresentado e bem servido (uma característica rara no Rio), a preços honestos para a qualidade de tudo. Ou seja, barato não foi, mas que valeu a pena, ah, valeu.

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Além do chope ser bom, ainda rola rodízio dos artesanais às segundas, terças e quintas, das 18h30 às 21h30 e aos domingos das 17h às 20h30. O preço? R$ 26 por pessoa. Divida por R$ 4 que te cobram por porcarias aguadas que te vendem por aí e faça as contas: vale muito a pena.

A partir do dia 6 de maio, a casa vai oferecer rodízio de espumante todas as quartas-feiras das 18h30 às 21h30. Por R$ 42,60, você pode escolher por espumante brut premium, moscatel premium, blush Premium rosé e prosecco premium. Todos da CasaValduga.

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Já que o assunto é comida (para variar), uma boa notícia para os cariocas: depois de babar na Restaurant Week de São Paulo, nós vamos ter nossa própria edição do festival gastronômico! De 4 a 17 de maio, vários restaurantes do Rio vão servir menus especialmente criados para o evento a preços fixos R$ 25 + R$ 1 no almoço e R$ 39 + R$ 1 no jantar. O R$ 1 cobrado a mais vai ser destinado a instituições de caridade. Ainda não saiu a lista dos restaurantes que vão participar, mas vamos torcer para rolar muita coisa boa.

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tOdU munDu xXxoRAnU!!!!!

Estava conversando com o Arnaldo sobre shows e, no meio do papo, ele me contou das apresentações do Ramones no Brasil que ele deu mole e não foi conferir. Listando todas as vezes que o quarteto punk tocou por aqui, Arnaldo lembrou do seguinte episódio:

Setembro de 92 – No Rio de Janeiro, durante um show da banda Ramones que reuniu 3.000 pessoas, skinheads jogam bombas de gás lacrimogêneo no palco, arrancam fios elétricos e placas de gesso do teto. Cerca de 20 pessoas ficam feridas, entre elas Danielle Lussac, que sofreu ruptura no baço, fratura no torzelo esquerdo, sangramento nos olhos e ouvidos.

O episódio foi trágico, condenável, absurdo e tudo o mais, mas com o distanciamento foi impossível não ouvir as tags “show do Ramones” + “gás lacrimogêneo” provocando o maior chororô e criar uma imagem mental do que seria… o NASCIMENTO DO MOVIMENTO EMO.

Infame e meio “fantástico mundo de Bobby”, a divagação acabou rendendo o cartum abaixo, que só funciona com essa explicação sem graça.

cartum_ramonesIdéia desta que vos fala e execução de Arnaldo Branco

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Em tempo, a melhor banda emo de todos os tempos está no Twitter. Sigam os Mommy’s Boys de Allan Sieber: @mommysboys4ever. É bom frisar que o título deste post foi redigido com a imprescindível ajuda do Miguxeitor.

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The Truth is Out There

Mais materinhas que saíram por .

taylormonsemedit

Saca o estilo roqueirinho da Little J.

Gossip Girl Music: no textinho pro Modices, falo das carreiras musicais dos atores do seriado “Gossip Girl”.

O que era delas pode ser seu: bazares online viram febre na internet.

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Trapiche Gamboa

Minha mãe pariu dois filhos: um nasceu no mesmo dia em que o Noel Rosa. Outra – no caso, eu – comemora aniversário junto com o Cartola. Ou seja, ninguém naquela casa nasceu indie. Criada em uma família que sempre ouviu Beatles e Jovem Guarda, mas que curte um Emílio Santiago, um Raça Negra e muito samba “de raiz” nos tradicionais churrascos dominicais, me acostumei a ouvir de tudo.

Ainda mais depois da adolescência vivida em uma cidadela no interior de Minas Gerais, onde opção de lazer era coisa rara e a gente era obrigado a ir a shows de cantores sertanejos e bizarrices como KLB, Kelly Key e Copacabana Beat caso quisesse se divertir. Ou seja, eu transito por qualquer lugar.

Por isso caí na pilha antiiiiga de um amigo e fui parar no samba de quarta-feira do Trapiche Gamboa. “A Liv num samba???”, posso ouvir alguns de vocês questionando. Pois voltem duas casas e releiam os parágrafos iniciais deste post. Leu? Isso explica? Pois vamos ao que interessa.

Perdão pela péssima qualidade da foto

Perdão pela péssima qualidade da foto

O Trapiche obviamente fica na Gamboa, zona portuária do Rio, considerada o berço do samba carioca, e está instalado num casarão enorme de 1867 com paredes de blocos  de pedra de mais de 70 cm de largura, vigas de pau-brasil pé direito altíssimo, piso de ladrilho hidráulico e lindos lustres. Ou seja, o lugar é encantador.

Lá, a bagunça começa cedo e termina cedo. Às 19h30 o samba tem início para acabar antes da meia noite. Perfeito para os dias de semana. O grupo encarregado pela música na última quarta era o Samba de Fato, que tocou clássicos das rodas como “Só chora quem ama”, do Nei Lopes e Wilson Moreira, “Pode Guardar as panelas”, do Paulinho da Viola e “Deixa”, do Cartola.

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Música que dá nome ao grupo que toca no Trapiche todas as quartas. O upload é cortesia de Arnaldo Branco

A cerveja – de garrafa, como não poderia deixar de ser – é Original (R$ 6, não é lá muito pechincha, é verdade), a casa serve caipirinhas feitas com as frutas default, além de frutas mais diferentinhas como pitanga ou tamarindo e outros drinques. Para beliscar, a boa são os croquetinhos de carne ao funghi com chutney de frutas da estação que são uma coisa de louco de tão gostosos (R$ 12,50 a porção com cinco) e os rolinhos de frango ao curry com molho thay de pitanga. Deliciosos, mega-apimentados e acho que o preço é o mesmo.

O clima do lugar é ótimo, mas faltou mais pés-de-valsa pra deixar o salão ainda mais bonito. Faltou molejo aos engravatados e colegas que saem do centro da cidade para curtir o happy hour ali pertinho. De resto, foi uma noite em um local atípico, mas onde eu me senti em casa.

O Trapiche Gamboa fica na Rua Sacadura Cabral, 155, na esquina com a Rua Camerino, ali na Praça Mauá. O telefone é 2516-0868 e a casa fica aberta de terça à sexta, a partir das 18h30 e no sábado a partir das 20h30.

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Presentinhos bacanas

Cansado de ficar babando nas lojas gringas  que não entregam pro Brasil – como a FredFlare, Fred & Friends, Kikkerland e similares – feito cachorro na frente de forno de frango de padaria? Pois a gente já tem vários produtos gringos bacanas em lojas virtuais como a Século 22 e O Segredo do Vitório. A primeira tem uma loja física em Ipanema, aqui no Rio. A segunda  é de Curitiba e vive fazendo promoções-relâmpago para clientes cadastrados através do Twitter. Além disso, as duas vendem vários produtos iguais e a concorrência é sempre saudável para o mercado, não é mesmo, minha gente?

Sabe aqueles produtinhos legais de design que você já viu em tudo que é blog especializado por aí? Pois é, é disso o que eu estou falando. Dá uma olhada dos achados que saíram dos dois sites:

Em ordem, nas duas primeiras linhas: bolsa Raio-x, gancho de parede Kitsch, Holy Toast (perfeita para quem vive dizendo que vê Jesus, Maria e José em tudo), forma de gelo em forma de dentadura, copos Pick Your Nose e o Little Thinker de O Grito, do Munch. À venda n’O Segredo do Vitório.

Nas últimas linhas: cofre de porquinho com coroa, Cassete Tote (que eu já mostrei aqui), capacho imitando a tampa de bueiro de Paris, patinho de borracha estampado com coraçõezinhos e rádio em formato de caça-níqueis. Todos do Século 22.

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