Monthly Archive for March, 2009

A boa é o Samoa

Já começo pedindo perdão pelo trocadilho cretino, mas achei o título adeqüado para um post que fala de um restaurante que se define como oriental, mas principalmente carioca. Desde que vim trabalhar no manoelcarliano bairro do Leblon, vivo um caso de amor com o tal do Samoa, mas não tinha postado nada até então por dois motivos. O primeiro é que ando falando demais de comida e fiquei receosa de parecer que só faço isso na vida. Segundo porque antes de falar qualquer coisa, quis experimentar o maior número possível de iguarias do (extenso) cardápio.

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As fotos são do site oficial, as que tirei foram embora junto com o meu finado celular

Depois de mandar as aparências às favas – adoro comer, ora! – e de me convencer que não vai ser possível nem tão cedo provar de um tudo por lá – porque as opções são muitas e porque já me apeguei a alguns pratos que acabo pedindo sempre – cá estou eu, discorrendo acerca do meu restaurante preferido do último mês.

Dos mesmos donos da fantástica rede Bibi de sucos e crepes e saladas e hambúrgueres, o Samoa traz muitas releituras de pratos japoneses, vietnamitas e chineses de uma maneira, digamos, carioca. Tudo em porções pequenas, para permitir o maior número de combinações, todas assinadas pelo chef Carlos Ohata, o mesmo por trás do Boo Dah, já comentado por aqui.

Para abrir os trabalhos, cogumelos shiitake ou shimeji naquele esquema clássico da trouxinha de alumínio ou mesmo a dupla de guiozas de porco grelhados que de tão bem preparados chegam a emocionar. Entre os populares rolinhos, misturas como salmão, salsa, shiitake, broto de bambu e alho, o Salmon Gulf, e frango ao curry com gengibre, acelga e alho, batizado de Frango Délhi. A apresentação dos pratos é tão cuidadosa quanto a decoração, sabe aqueles lugares que te dão prazer de se estar? Pois é, o Samoa é assim.

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Detalhe das luminárias total "eu quero!" do restaurante

Em potinhos vêm as saladas variadas, legumes refogados no saquê e shoyu, sopas, porções de arroz wok – como o Bangwok, que leva camarão, cebola, pimentão vermelho e cebolinha – e massas, que vão do clássico Yakissoba (batizado de Miojin, né?, para mostrar que não sou a única a curtir um trocadilho) ao Muay Thai, com camarão, gengibre, alho, pimenta amarela, broto de feijão e mini-milho.

Acha muito? Pois ainda rola uma variedade de grelhados, espetinhos de toda sorte, temakis, porções de hossomakis e huramakis - o meu preferido é o Fiji, de atum apimentado – e sushis empanados, os Hot Tigers – aqui sempre vou de Samoa Cream, uma espécie de Hot Philadelphia feito com salmão, cream cheese, camarão e cebolinha.

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:)

Como todo restaurante mezzo japa que se preze, ainda dá pra pedir duplas de sushis, porções de sashimis e combinados variados. Mas entre o de sempre e os sanduíches feitos de hamburguer de salmão ou atum empanados, cogumelos shiitake ou shimeji e cream cheese ou cheddar servidos com batata frita, fico com a segunda opção.

O melhor de tudo é o preço, honesto para a qualidade dos pratos e, principalmente, se comparado aos preços praticados na Zona Sul do Rio. Vale muito a pena gastar o horário de almoço em um lugar super-agradável para comer comida gostosa e bem feita, sem precisar ter que lavar os pratos na hora de pagar a conta. Para quem ficou interessado, o Samoa fica na Rua Cupertino Durão, 79A, no Leblon.

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Para ler também:

:: Dicas para cariocas perdidos em São Paulo – parte I de III

:: Dicas para cariocas perdidos em São Paulo – parte II de III

:: Dicas para cariocas perdidos em São Paulo – parte III de III

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“Promoção” ou “Você não soube me amar…”

… Quer dizer, soube sim, senão não estaria voltando a este blog tão empoeirado e tão cheio de teias de aranha. Aliás, poeira lembra coisa antiga e coisa antiga remete aos anos 50, 60, 70, 80…

Pois foi na espalhafatosa década de 80, mais precisamente nas areias escaldantes do Rio, que surgiu a Blitz, o motivo deste post.

No começo de fevereiro, a banda colocou na praça a primeira edição de “As Aventuras da Blitz”, biografia homônima a seu primeiro disco, escrita pelo jornalista Rodrigo Rodrigues - apresentador do programa Vitrine, da TV Cultura. A Blitz foi uma das precursoras do rock BR e alçou o vocalista Evandro Mesquita e as backing vocals Fernanda Abreu e Marcia Bulcão ao posto de musos de uma geração bronzeada, engraçadinha e cheia de sotaque.

Geme, geme... uuuuuuhhhhhhh

Geme, geme... uuuuuuhhhhhhh

Essa introdução toda tem um motivo: pra compensar o tempão sem atualizações por aqui, é melhor deixar as desculpas esfarrapadas de lado e oferecer um agradinho. Por conta da carioquice deste blog, ganhei da Ediouro um exemplar da biografia “As Aventuras da Blitz” para distribuir para um de vocês, amados leitores. A forma eu poderia escolher, mas entre jogar de avanço (o que fica meio complicado via internet), um chatíssimo concurso cultural (eu sou péssima para formular frases bonitinhas para promoções e não sou hipócrita!), ou um sorteio, vou pela opção mais fácil.

Pra concorrer, deixe um comentário neste post com seu e-mail válido que, daqui a duas semanas (10 de  abril!), eu aviso com um “Ok, você venceu” caso você tenha sido sorteado. Provavelmente o sorteio vai ser feito na base do papelzinho com o nome de cada um, se bobear eu até filmo o processo, mas isso eu ainda vou decidir.

Pra saber mais sobre o livro, visite o hotsite e dê uma olhada nas fotos, vídeos, conheça o autor e leia um trecho em pdf.

Curtiu? Então espalhe para os amigos!

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Flores, champagne e chocolates. Se o convite foi esse, imagine o prêmio!

Flores, champagne e chocolates. Se o convite foi esse, imagine o prêmio!

Aproveitando a tag promoção, ganhei da Rexona um kit muuuuito fofo com flores, chocolates finos, champagne, duas taças e um estoque vitalício de desodorante (tá, mentira, são só 6 frascos, mas que vão durar um tempão). O mimo foi um convite especial  para participar da promoção Momentos Emocionantes, que vai premiar a menina que enviar o relato mais incrível sobre um – duh! – momento emocionante com um verdadeiro dia de princesa. O único detalhe é que eu só recebi o pacote no sábado passado e com a correria não consegui postar, nem enviar meu relato a tempo. O resultado da promoção sai no próximo dia 31. Que vença a melhor história. :)

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Pe-da-li-nho

Durante todo o verão, o quiosque Kanthagalo, na Lagoa, foi point do pós-praia. Por lá rolou chill-out da Redley com o duo The Twelves, o grito de carnaval do pessoal do Gema, a Beijomeliga e mais um monte de festas bacanas que tinham um dos visuais mais bonitos da cidade como cenário.

Cisne with Lasers: o melhor e-flyer de todos os tempos

Não é porque a estação acabou que a diversão tem que acabar junto, certo? Por isso, neste sábado, dia 28, rola uma edição especial do set dos meninos da Hang the DJ (com participação especial do aniversariante Thiago Araújo, o über indie, como convidado) no mesmo palco. Batizada por motivos óbvios de Pedalinho, a festa começa cedo, às 18h e segue em clima despojado até às 1h. Sim, começa cedo e acaba cedo. E é de graça. Quer programa melhor? Duvido que você encontre.

Então é isso: DJs Janco Tianno, Eduardo Mulder e D’Moreaux, tocando coisas como essas (clique para ouvir uma degustação do set), de graça, cedo, com um belo visual de fundo em uma festa bacaníssima. Vale lembrar que o Kanthagalo não aceita cartões de débito e de crédito Visa e American Express, então é bom dar uma passadinha no caixa eletrônico para sacar dinheiro antes e pagar os drinques incríveis, já que com entrada você não vai precisar desembolsar.

Ficou com preguiça de ver o flyer todo até o final da animação? Dá mole, mas anotaí:

Pedalinho @ Kanthagalo
Av. Epitácio Pessoa, sem número, quiosque 19, Parque do Cantagalo
Sábado, dia 28
A partir das 18h no quiosque Kanthagalo
Leve dinheiro, eles não aceitam cartões Visa e American Express

Não esqueça de confirmar sua presença via Twitter usando a tag #Pedalinho. Quer ver quem vai? Clica aqui!

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