No último verão senegalês carioca, eu e o Arnaldo Branco agradecíamos os favores e pagávamos as nossas apostas com Sorvete Itália. Devo ter adquirido alguns vários quilos a mais nessa brincadeira de “te compro um sorvete”. Até que enjoei. Como sempre, o calor se instalou no Rio ainda na primavera e já posso prever que o novo objeto de barganha da estação tem nome e endereço. O Yogoberry é uma lojinha em Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, entre Vinícius de Moraes e Joana Angélica) que se dedica a vender… iogurte natural.
Sim! Mais uma vez eu dou meu braço gastronômico a torcer e me pego apaixonada por uma iguaria da qual era impensável eu gostar. Eu de-tes-to iogurte natural. É, aquele puro, de potinho, que você compra quando quer emagrecer e ficar um pouquinho mais infeliz. A questão é que o Yogoberry trabalha com Frozen Iogurt, ou seja, sorvete de iogurte natural. E não é que assim a coisa funciona? Nas versões natural (duh!) e chá verde, você escolhe o tamanho do pote e o que quer usar de cobertura (que eles chamam de toppings): de lichia a morango, de sucrilhos a chocolate, passando por nozes e amêndoas. Caldas também são bem vindas. E o resultado é FANTÁSTICO, é leve e é gostoso mesmo, não é papo de louca por dieta, até porque, convenhamos, dieta infelizmente não é minha praia.
Além do tal frozen, eles servem os já badalados Smoothies, que são os milk-shakes de iogurte natural batidos com fruta. Como se não bastasse a iguaria ser uma delícia, a decoração da lojinha é uma graça: as cadeiras de acrílico, o ambiente branquinho, as luminárias verdes e até o painel em Comic Sans são muito fofos. Daqueles lugares que te dão prazer de se estar.
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Ah, e a alegria não é só de quem passa por Ipanema! Soube que abriu uma nova filial do Yogoberry no Barrashopping. Na hora em que abrir uma no Downtown, perto do *localdetrabalho*, serei uma pessoa assumidamente mais feliz. Se alguém de cima estiver lendo isso, favor atender às minhas preces. Amém.
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Enquanto escrevia esse post, as tags “moda” e “verão” ecoavam na minha cabeça, até que lembrei: ainda existem sorveterias a quilo, a febre dos anos 90, por aí?

















