Monthly Archive for February, 2008

Convocação extraordinária

DJs Bree, deFatima e Silk mandam avisar que nessa quarta rola a primeira edição da festa Hey Ladies, lá na Pista 3 (aliás, por que caralhos chamam aquilo de O Pista 3?). A festa, “de meninas de bom gosto para meninas de bom gosto”, é para aquelas que fogem do estereótipo de caminhoneira da La Girl (nada contra, mas sabe como é, o estilo é outro).

No som elas prometem róque, pop, electro e o que mais der na telha. A coisa ainda é democrática, dá pra pedir o que quiser pelo e-mail heyladies.festa@gmail.com e a probabilidade de ser atendida é grande. Afinal, essa festa é coisa de quem tem bom gosto.

Então anotaí: dia 27, quarta, a partir das 22h, na Pista 3 (São João Batista, 14, em Botafogo, quase esquina com a Voluntários). Os preços tão ali no flyer, ó.

Pra quem quiser mais infos, é só seguir o Twitter da festa, ou adicionar o MySpace, ou assinar o RSS do blog, ou mesmo o perfil do Orkut. Ufa!

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Melissa

melissa_triton.jpg
Essa Melissa liiiiiiiiiinda aí de cima, criada em parceria com a Triton, foi um mimo dado a mim pela Box1824, aquela empresa de pesquisa de tendências que já me deu muito amor, carinho, birita, boca livre e mamata (alguém aqui se lembra das mordomias que tive na época do Claro q é Rock? E da área vip do show dos Rolling Stones? Pois é…).
Pois dessa vez não foi diferente. Fui convidada pra participar de um grupo de discussão sobre a marca de calçados de plástico, lá no Espelunca Chic do Jardim Botânico. Ou seja, dei palpite sobre os protótipos da próxima coleção (é, porque a de Inverno já tá aí), falei horrores (pra variar), fiquei sabendo sobre o conceito da nova campanha, comi altos quitutes, ganhei esse pisante lindinho e ainda levei R$ 50 pra casa de cachê.
Pois é, ganhei cachê e uma sandália pra ver e comentar antes de todas as Melissas-freak o que vai estar nas lojas só no fim desse ano.
É pra tirar ondinha ou não é?
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Seqüela

Tá explicado o porquê de eu não fumar maconha: passei a tarde toda me remoendo pra lembrar o raio do nome do meu ex-vizinho em Caxambu e não conseguia de jeito nenhum. Até concluir que o filho dele, grande amigo meu, se chama Vanderlei. Júnior. Heh.

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Como eu sou totalmente a favor do compartilhamento de música boa, repasso o aviso do Pedrin sobre o vazamento do primeiro álbum do Gutter Twins, projetinho ishperto do Greg Dulli (Afghan Whigs te diz alguma coisa?) com o Mark Lanegan (MARK LANEGAN te diz alguma coisa?). Música com colhões (pescou?), enough said. Pra baixar, clicaqui.

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A vida numa caixa. Ou quase isso. Tô apaixonada pelo Casulo, módulo que vem numa caixa e que se transforma na mobília completa de um quarto bem equipado com cama, estante, armário, gaveteiros, bancada, banquinhos e organizadores. Falando nem tem tanta graça, mas se liga no vídeo.

 YouTube Preview Image

Babei. Dica da Nina.

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Experiência antropológica

Na minha primeira incursão ao fantástico mundo das corridas de cavalo, aprendi uma lição valiosíssima: nunca confie no palpite de cartunistas, eles não entendem nada de cavalos. Ah, e não necessariamente o cavalo de nome mais legal vai ganhar a corrida. Droga.

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Falando nisso, a bizarrice dos nomes dos bichos me levou a crer que quem batiza os corredores são as mesmas pessoas que dão nomes às cores de esmalte. No sábado vi correr a Muito Amada, o Risco Zero (que chegou em 2º lugar, contrariando o nome que lhe deram), o Gueriguéri, a So Famous, Simphony of Love, Letsfallinlove (sim, tudo junto), Sindicalizada (a luta continua!), A Mi Manera (I did it myyyyy waaaaaay), Com Classe, Xisquerida (com uma porção de batata frita, faz favor!), Gorgonzola (boa dupla com a Xisquerida), Jimmy Neutron, O Caso da Rosa (sim, com artigo) etc etc etc. A turminha completa tá aqui, ó.

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Dessa vez me concentrei apenas em entender a mecânica da coisa, sem apostas, sem riscos. Da próxima vez ninguém me segura.

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Apesar de ter sido chamada de pé frio por ter presenciado o retumbante fracasso dos três mosqueteiros, curti a experiência. Ainda mais pelas grandes frases de efeito – “últimas palavras” – de André Dahmer. “O mundo é ruim, mas temos cerveja”. Então tá, né?

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Das frases sensacionais

“Ser Botafoguense é ter a desculpa perfeita pra não se importar com futebol”, Jaime Biaggio, the boss.

“Sei não, hein, mas sinto nele uma vibe de quem curte facas, frutas, objetos pontiagudos e animais de pequeno porte”, Tatiana Contreiras, minha mentora espiritual.

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Toy Fiesta

Argh! A falta de tempo me fez avisar em cima da hora sobre o evento que rola hoje na minha, na sua, na nossa La Cucaracha. Mas fica o registro pra conhecimento, nas próximas edições – sim, vai rolar! – eu prometo avisar com antecedência.

Nesta Quinta feira dia 14 convidamos todos vocês para a primeira TOY FIESTA! Um evento que pretendemos repetir ao longo do ano, para reunir colecionadores de Toy Art para degustar uma cachacinha Janeiro, curtir o som do Fiel Gigolô, trocar seus Toys e admirar uma pequena exposição.

Netsa primeira edição convidamos Allan Sieber, Juca, Fábio Zimbres e Godri para customizarem Munnys e os recém chegados Mini-munnys utilizando diferentes materiais… O resultado é ótimo. Essa é a primeira de várias pequenas exposições que realizaremos…

O Fiel Gigolô é experimentos eletrônicos ao vivo, com notebook, sampler, guitarra e percussões, capitaneados por apenas um aventureiro, com a simples missão de sonorizar eventos inusitados. A proposta é jamais repetir o set, para Toy Fiesta ele produziu um set recheado de samples de brinquedos com circuito alterado e promete apresentar, além dos instrumentos de sempre, um sintetizador theremin criado dentro de uma caixa de plástico.

Também traremos alguns Toys nacionais, livros, revistas e gravuras sobre o assunto.
Promoções e descontos especiais apenas no dia!
Traga seus Dunnys, Fatcaps, Mongers e qualquer outro Toy repetido. A Troca vai rolar!!!

Toy Fiesta
Quinta 14 de Fevreiro a partir das 20h
La Cucaracha – Rua Teixeira de Melo 31 H, Ipanema
http://www.cucaracha.com.br/

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Mexican Wine*

Se tem uma coisa que eu jamais nego é aquela pilha pra comer num mexicano. Mais até que em restaurante japonês. É sério, eu tenho verdadeira paixão por chili con carne, tortilla, sour cream e a bagaceirice apimentada com cara esquisita que me aparecer pela frente (exceto aquela com nome que mais parece disfunção intestinal que mistura abacate – eca – com cebola – eca² – e outros temperos).

Como eu gosto de me aventurar na cozinha, fazer comida mexicana é pura diversão. Só que vai fazer tortilla em casa pra acompanhar o chili, vai. Tenta fazer aquele troço ficar fininho e sequinho e crocante que eu quero ver só. IMPOSSÍVEL. Eu não tenho a manha. Fora que Casa Fiesta é caro, né, gente? Eu acho. Caro demais pro pouquinho que vem. A solução? Comprar pacotes de 110g de Doritos sabor Queijo Nacho, sacudir pra tirar o máximo daquele tempero horroroso e estragar o gosto da comida que eu acabei de me esfalfar pra fazer. *insira aqui o joinha do MSN*

Aí, pilha errada por pilha errada, resolvi que ia lançar uma campanha na Internet pra tentar mobilizar o povo da Elma Chips a colocar o Doritos Original de volta no mercado. Enrolei, enrolei, enrolei e quando tava me mexendo pra botar a coisa toda em prática, eis que me apresentam o Doritos Dippas. Que nada mais é que o Doritos sem sabor em pacotes generosos com molhinhos pra acompanhar, caso você esteja com preguiça de encarar o fogão. Ou seja, ouviram minhas preces antes mesmo de eu fazê-las! Quer dizer, em partes, porque segundo o site, a iguaria só está disponível no endinheirado interior de São Paulo.

Nesse caso, o foco muda e o apelo é outro: Elma Chips, nacionaliza o Doritos Dippas! Os consumidores do resto do Brasil também querem “dippar” (nada como se aproveitar de slogans idiotas pra ganhar o coração de megacorporações)!

Você, amado leitor que se solidariza com essa causa, ajude a espalhar a palavra, comente, repasse o link, mande e-mails, ligue para o SAC (0800-703-4444), perca seu tempo com essa babaquice tão saborosa. É sério. Senão corremos o risco de jamais vermos um saquinho de Doritos Dippas nas prateleiras mais próximas, como aconteceu com o Nescafé Ice, provável delícia que jamais saiu da região Sul do Brasil.

* Só pra não perder uma chance de citar a bela canção do Fountains of Wayne que começa com os melhores versos do mundo: “he was killed by a cellular phone explosion / They scattered his ashes across the ocean / The water was used to make baby lotion / The wheels of promotion were set into motion / But the sun still shines in the summer time / I’ll be yours if you’ll be mine / I tried to change, but I changed my mind / Think I’ll have another glass of Mexican wine”

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