Monthly Archive for December, 2007

Diarinho

E aí que na sexta-feira passada teve festa de fim de ano da firrrma, pra encerrar um trabalho de corno que me tomou um mês pra fazer funcionar. Festa à fantasia, tema de cinema, e lá fui eu arrumar um caô pra voltar a usar minha fantasia de can-can. Que tal figurante do Moulin Rouge? Hah. Perfeito. Das 19h à 0h, me entupi de caipirinhas que entupiam meu canudo, dancei como se não houvesse amanhã, de Sean Kingston a Black Eyed Peas, passando por Frenéticas e até uns sambinhas que me fizeram requebrar as cadeiras. É, eu não tenho critério. Quando o Bozo me visita após a terceira caipirinha, então… party like a rockstar (e viva a bagaceirice do Facebook).

A questão é que eu ando unstoppable e achei que era onda emendar a festa da firma, que foi no recém-inaugurado segundo andar do Cine Lapa com a já tradicional Inferninho, que estava começando a rolar no andar de baixo quando eu desisti de ser a anfitriã da festa. Aí foi Liv fantasiada andando pela Lapa, batendo papo com a door, desfilando por entre os civis, coidilöko. Até a hora que o pilequinho passou, a vergonha na cara apareceu e eu fui me vestir como o resto das pessoas normais para me misturar à multidão e curtir só mais uma horinha de festa porque os amigo tudo tarram chegando. NOT! A uma horinha se estendeu até às 6h da manhã de sábado.

E a noite de sábado… bem, a noite de sábado varou até às 8h de domingo. Conclusão dos dois estragos mais a típica cervejada de quinta no Bar do Adão? A garganta foi pro saco, a febre apareceu e bateu a consciência de que é hora de pegar leve. Mas só até a próxima cerveja.

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Abrir a geladeira e encontrar uma bandeja de Danoninho me faz sorrir.

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É uma coisa maravilhosa perceber o fenômeno “te considero pra caralho” que assola parte da população mundial nessa época do ano. O espírito natalino desperta o Jeremias que há em todos nós (aliás, viram que o Jerê tá processando todo mundo que tirou uma com a cara dele?) sem que precisemos encher o rabo de Miolo ou Cidra Cereser. Não que isso não vá acontecer, não é mesmo, querida amiga dona de casa?

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O foda é que o espírito natalino vai pras cucuias quando nós, pobres mortais, somos obrigados a enfrentar shoppings lotados de velhinhas munidas de 13º comprando presente pros neto tudo, ruas lotadas de pessoas abarrotadas de sacolas, carros e mais carros entupindo o trânsito. A vontade é de mandar todo mundo pra puta que os pariu. Se 13º eu tivesse, só em janeiro eu gastaria, só pra evitar a confusão. Pena que bom senso é um dom de poucos.

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Eu entro no quarto do meu irmão e vejo uma Fender Stratocaster, uma Epiphone Les Paul e uma Ibanez Semi-acústica e penso em rever minhas resoluções para 2008 e finalmente aprender a tocar um instrumento. Aí eu lembro da falta de coordenação motora…

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Quer presente mais fofo de fim de ano que ganhar um bilhete da Megasena acumulada em 11 milhões?

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Não tem coisa mais gostosa que ficar sentada com um bebê de um mês agarrado a você, dormindo encolhido, quietinho, sem se mexer. Faz um bem…

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A vida anda complicada e meu 2007 acaba hoje, com o almoço de confraternização e o recesso no trabalho. Post agora só em caráter de urgência ou no ano que vem.

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Gabriela

A filha da minha amiga Simone e do querido Gamaliel nasceu no dia 13 de dezembro, com 3,950 Kg, 55 cm, olhos azuis e muito, muito, muito amor. Tá, soou piegas, mas é a única coisa que eu consigo pensar ao ver essa foto. No amor que eu e tantos outros sentimos por essa pequena pessoa, que eu ainda não conheci. Segura as pontas, Gabi. Dia 27, titia Liv tá chegando pra te dar boas vindas ao mundo.

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Breaking news

Sai que eu sou titia! Nasceu ontem Gabriela, a futura Miss Brasil, filha de Simone e Gamaliel. E eu, que só soube hoje, tô com um sorriso besta na cara, doida pra correr pra Hidrópole e conhecer a primeira cria de um grupo tão legal. Tô emocionada.

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E tô numa puta crise de identidade, também. Um “amigo” disse que meu irmão, que acaba de completar 31 anos (eu disse TRINTA E UM) parecia ser mais novo que eu (oi, eu tenho 22!). Outro, disse que eu tenho cara de fumante inveterada. O último JUROU que eu era judia, o que, pela mensagem subliminar, faz a gente perceber que ele chamou de narebão. Vou ali me encolher num cantinho e morrer, tá?

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Patão

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Title: Rubber duck
Year: 2007
Location: river the Loire, France
Dimensions: 26 x 20 x 32 meters
Materials: inflatable, rubber coated PVC, pontoon and generator
Production: le Lieu Unique and the Biennial Estuaire

A yellow spot on the horizon slowly approaches the coast. People have gatherd and watch in amazement as a giant yellow Rubber Duck approaches. The spectators are greeted by the duck, which slowly nods its head. The Rubber Duck knows no frontiers, it doesn’t discriminate people and doesn’t have a political connotation. The friendly, floating Rubber Duck has healing properties: it can relieve mondial tensions as well as define them. The rubber duck is soft, friendly and suitable for all ages! E eu quero morar dentro do Rubber Duck gigante!

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Metamorfose

Sol, verão, calor no coraçãããão senegalês e eu, como boa proletária, tendo que enfrentar ônibus pra vir pro trabalho. iPod no ouvido, garrafa d’água na mão e uma baratinha passando pela janela do meu lado. Uepa. Levantei, tirei a sapatilha e PLAFT. Lá se foi o ser abjeto. Aí apareceu outra, maior um pouco. PLAFT. E outra, menorzinha. E outra, filhotiiiinha, piquititinha. Ops, tinha ninho de barata naquele ônibus. E mais uma, outra, mais outra e a turminha toda apareceu.

Eu, que não sou chiliquenta se a barata não for cascuda, tive que falar com o motorista do 433. Ao contrário dos que comandam os carros do 592, que já assumiram os artrópodes como bichos de estimação, o motorista foi bastante solícito e topou parar o ônibus pra que os passageiros entrassem no próximo que passasse.

Nem cinco minutos e outro 433 apareceu. Entramos e… adivinhem! Mais baratas! Muitas, várias, zilhões delas. E assim, em vez das clássicas jujubas ou do amendoim japonês, o passatempo da minha viagem foi matar baratas enlouquecidamente até o ponto final.

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Caixinha de Natal

Queridos leitores, deixem o espírito solidário que sempre se manifesta nessa época do ano aflorar e contribuam para a caixinha deste humilde, porém simpático, blog, que eu preciso custear uma viagem de seis dias pra Chicago em fevereiro.

Tudo porque o Wilco acaba de anunciar cinco datas em sua cidade natal, em que Jeff Tweedy & Cia prometem tocar tudo o que já foi gravado pela banda. Tu-do. Um setlist diferente por show. Dá pra crer numa coisa dessas?

Meu coração parou por uns segundos depois de ler a notícia. Portanto, se vocês gostam de mim, contribuam para a felicidade de uma amante de Wilco.

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Risos

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Meu presente de Natal. Quem precisa de Prozac quando se pode ter em casa um Elmo drogado que não pára de rir?

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