Monthly Archive for November, 2007

Arrase ao lado da mendiga*

Ou seja, cola comigo que tu se dá bem.

É que eu tava reparando… no início da faculdade todo mundo se esforça pra ficar bem na fita, parecer arrumadinho, manter a compostura. Eu, como tô – EM TEORIA – na reta final, já fiquei tão íntima do espaço que minha nova diversão pelos pilotis do campus é… DORMIR! Sim, aderi à modalidade preferida dos vagabundos e descobri que o melhor a se fazer nos grandes buracos entre uma aula e outra é tentar colocar o sono em dia (porque conseguir são outros quinhentos).

Pois não é que hoje eu dormi de sonhar? Cochilinho é uma ova! Dormi o profundo sono dos justos. Sim, porque minha única obrigação hoje era entregar um trabalho e assinar um papel. Feito isso, em cinco minutos, tive que arrumar um jeito de justificar os mais de 60 de deslocamento. Como? Me dirigi para o cantinho dos sonolentos, um espaço fresquinho no bosque, com uma arquibancada até que aconchegante (com fome neguinho come até pedra, né?), deitei e apaguei. Isso às 9h. Fui acordar às 11h. Beeeeeeelo.

Tô impressionada comigo!

*Agora de férias, isso aqui vai voltar a ser um espaço decente.

* Pra quem não sacou a referência… de nada.

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Tira esse exército preto da Rocinha que tu é moleque!

A sensação do Natal passado foi o genial Super Trunfo Católico, do não menos genial Eduardo Menezes. Pois este ano as crianças não precisam ficar desoladas. Papai Noel já tem um novo presente para colocar nas meias dos bons meninos e boas meninas do Brasil e, principalmente, do Rio de Janeiro.

Apresento-lhes o War in Rio. Sim, nada de Dudinka ou Vladivostok. O que bomba nessa nova versão do jogo de estratégia mais famoso do mundo é o Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão e a Favela da Maré. Vai encarar? É bom ficar esperto, senão o BOPE vai te pegar!

Se liga só no blog do jogo e baba.

Ah, sim, e reserve logo o seu. A ceia em família vai ficar bem mais divertida.

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Três

Três anos não são três dias“, ele disse.

Não, não são. Pois há 1095 dias, um domingo chuvoso começou bem parecido com hoje. Na PUC. Numa PUC que nem me abrigava como aluna, ainda. Pra ver como o tempo passa, né? De lá, mãos dadas rumamos à Praia Vermelha. Do lado de onde estou agora. E eu sequer imaginava… mudamos.

E é com essa proximidade de tantos fatos, tantos atos, tantos lugares e tantas memórias que eu não me furto em dizer que o dia 28 de novembro de 2007 deve ser comemorado, mesmo com o fim de um ciclo.

Comemorado sim, como o marco de um dia tão especial, que será lembrado para sempre. Um dia especial que deu o pontapé inicial a tantos outros que se seguiram. Um dia especial que marcou uma pessoa na minha vida pelos últimos 1095 dias e que me deu a certeza de que ela ficará aqui pra sempre.

Feliz três anos, Nando.

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Silviço

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Sem programa pro domingão? Querendo fugir da confusão que os flamenguistas vão aprontar no Maracanã? Eis a solução: amanhã, a partir das 18h, no Cine Lapa, rola o Luz, Câmera, Rock!, evento que, como o nome antecipa, junta música e cinema.

Então você me pergunta, caro leitor, o que terá de bom nesta festinha. E eu vos digo: além da projeção de curtas, do show do sumidíssimo Stellabella e de outra banda que eu nunca ouvi falar, rola a SENSACIONAL volta aos palcos da NÃO MENOS SENSACIONAL Kelvin & A Banda Surda. Siiiim, é o que vocês leram. O grupo de róque que reúne lendários nomes do jornalismo carioca como Eusébio Galvão, Silvio Essinger, Ricardo Calazans e Luiz Alberto Moura (t.c.p. meu irmão) dá o ar de sua graça pela primeira vez em muito, muito tempo. E só Deus sabe quando eles vão se apresentar de novo, sugiro não perder.

O quê?! Você não conhece o Kelvin (só para os íntchimos)? Nunca ouviu os hits A vida me varreu pra baixo do tapete, Bazar Fashion, Eu gosto de você pra caramba e Meu violão, meu skate e minha prancha de surfe? Pois você não sabe o que tá perdendo. Corre lá no MySpace deles e confere esses verdadeiros petardos do cancioneiro nacional.

Fica com o silviço, guarda com carinho e aparece lá amanhã.

Luz Câmera Rock – 25/11

bandas Perla Siete, Stellabella e Kelvin
DJs Renato Jukebox e Leo 77
Mostra “Curtas na prateleira” de Cavi Borges
Vj Astolfi e convidados
Live Cartoon

Data: 25/11 (domingo)
Horário: a partir das 18h (show da Kelvin às 21h30)
Local: Cine Lapa (Av. Mém de Sá, 23 – Lapa)
Entrada: R$15 ou R$10 (com flyer ou lista amiga)

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Pacote (ou só pra não ficar às moscas)

Se tem uma coisa que me tira do sério é ficarem me ligando enquanto me arrumo justamente pra perguntar se eu já tô pronta. Meu sonho é que o cérebro humano um dia consiga captar os “já vai, porra!” que grito inutilmente do outro lado da linha, sem saco de atender pra não ter que me atrasar mais.

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Eu e Contreiras estamos de prova: andar de ônibus no Rio tá cada vez mais agradável. E dessa vez eu nem tenho historinha bizarra/surreal/cômica pra contar dos coletivos.

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Eu e Robin (ou Batman, whatever) também provamos e aconselhamos: se você, mocinha, se apaixonar por um jeans da Checklist, certifique-se de comprá-lo um número menor. Porque ele cede. Cede horrores. Cede tanto até chegar a um número acima. O 38 vira 40, quiçá 41. E o jeans pelo qual você se apaixonou acaba se transformando naquele namorado espaçoso, gordo, que arrota na sua cara, dá tapa na sua bunda e te pede pra pegar cerveja enquanto assiste ao Fla x Flu pela TV.

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Homens, além de palhaços, são muito corporativistas.

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Depois de quatro anos sem fazer exame de sangue por conta de um grande trauma – que tal desmaiar, bater com a cabeça numa porta e ter uma convulsão depois de tirar sangue, ahn? – o resultado da coleta que fiz com agulha de criança (HEH) foi surpreendente com relação à vida que eu levo e a alimentação que eu tenho. Anemia? Necas. Colesterol? Baixíssimo. Glicose? Nem perto da diabete. Pra quem só come fritura e doces e dispensa verdes com todas as forças, nada mau. Pelo contrário, foi tão satisfatório que, pra comemorar, fui na onda de dona Contreiras (sempre ela) e me entupi de Cheesebacon com batata frita do Big Bi voltando das nights do feriado. Eu não posso reclamar da vida, né?

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Post aleatório com coisas aleatórias. Final de período de faculdade e uma gripe tá querendo me derrubar, mas não poooooooooooosso cair. Volto logo.

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Homem é tudo palhaço

Odeio generalizar, mas as circunstâncias me obrigam: três mulheres, três pés em cada bunda, três histórias diferentes.

Uma viveu um namoro relâmpago e intenso, que acabou depois de um sumiço do imbecil quando ela viajou pra fazer uma cirurgia delicada. Super sensível, o moço.

[Segunda história editada]

A terceira cedeu à investida de um amigo de longa data que resolveu dar um perdido nela no dia seguinte e fingir que eles jamais ficaram.

Agora, me respondam: qual é a da babaquice que assola o gênero masculino? Há mesmo a necessidade de ser escroto? Custa agir, sei lá, como homem e falar direito? Qual a dificuldade de abrir o jogo numa boa e dizer que não quer mais, com delicadeza e carinho? Alguém, por favor, me explica?
Tô cansada de ouvir essas histórias e pensar que tudo podia ser diferente se os homens tivessem um pingo de noção.

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Mudanças

Sim, mudei de novo. E agora pra melhor, acho. Sim, você entrou no livgotoheaven.blogspot.com e foi redirecionado pra cá. É, eu não sossego. Sim, é o velho Go To Heaven de sempre, mas ainda com um endereço escroto.

Por que eu mudei? Porque, pra começar, aquela URL me dava nos nervos. Não que ter um blog registrado com o meu nome seja melhor, mas isso aqui também é provisório. Já já esse blog vai ser movido pra servidor e domínios próprios no que será, espero, a mudança definitiva da minha casa virtual.

Depois, porque eu resolvi dar uma segunda chance ao Wordpress.

Por último, mas não menos importante, eu queria mudar aquela merda de layout e nisso o Wordpress dá de dez no Blogger.

Fútil, né? Eu sei. Mas é que eu tava a fim de mudanças nessa vida. E mudar de blog é mais prático que mudar a cor do cabelo. E muito menos traumático.

P.S.: O belo header de patinhos que é a minha cara foi presente do Nando Rocha. Num surto blogueiro-circa-2003, Nando deu um tapa no visual do meu blog, no dele e no da Nat. Lindo isso!

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