Monthly Archive for August, 2007

O mau gosto impera

Logomarca da campanha Rio 2016 é lançada

Símbolo, provisório, é inspirado no Pão de Açúcar, nas praias e no calor humano do carioca

A logomarca provisória para a candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos Olímpicos de 2016 foi divulgada nesta sexta-feira. O símbolo tem como principal característica uma alusão ao Pão de Açúcar, famoso cartão-postal. Além disso, a letra “R” representa o corpo de um nadador mergulhando no mar carioca e o sol, sua cabeça. O ano de 2016 é escrito com letras antigas, em alusão à Grécia, berço das Olimpíadas. O degradé das letras representa o calor da cidade e o calor humano.

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Quer dizer que agora o hype é marca feia? Depois da polêmica da Cedae, o Comitê Olímpico Brasileiro me aparece com essa coisa HORRENDA aí de cima. Primeiro, dá pra ler Bio e não Rio. Segundo: PÃO DE AÇÚCAR DE NOVO? E aquele sol ali? Sério, quem cometeu isso? Espero que aquele “provisório” ali de cima seja pra valer.

Acho que a intenção era competir pela medalha de ouro com a marca das olimpíadas de Londres, em 2012. Toda vez que eu vejo esse monstrengo, repito pra mim mesma que se isso for tendência na próxima década, eu prefiro ser completamente out of fashion.

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Primeiras impressões do Twitter

O Tiago Dória e o Inagaki explicaram o funcionamento da ferramenta com maestria.

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Como todo sistema em fase de testes, o servidor tem dado umas rateadas. A conexão cai e, às vezes, fica tempos sem repassar as mensagens para os instant messengers. Meu celular – da Claro – não consegue mandar a autenticação via SMS para o DDI 44 (Inglaterra), logo, eu não blogo e nem recebo mensagens do Twitter. Ah, de vez em quando os acentos viram uma maçaroca só.

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O design é bem precário ainda, mas pelo menos é funcional.

Urge uma ferramenta de busca. Por enquanto, só sei quem entrou através da gentileza do Dória em fazer updates e quando estou com tempo pra ver nos perfis alheios quais conhecidos já estão por lá.

Aliás, uma busca no histórico de mensagens recebidas viria a calhar. Hoje cedo, vi por alto uma mensagem sobre a organização de um BarCamp no Rio e não achei mais o link entre tantas mensagens! o @opiumseed já me passou o endereço.

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Para postar links, todos recomendam o uso de simplicadores de endereço como o TinyUrl. Seria muito bom se uma alma caridosa se dispusesse a criar um plugin pro Firefox que transformasse as páginas que estamos visitando em URLs menores com apenas um clique, né? Alguém se habilita?

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Várias empresas e sites já estão por lá. @Camiseteria, @Revista Monet, @BBC Brasil, @WiredLuana Piovani, atriz e geek, também já está Twittando. And she’s following me :P

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Aliás, a @Revista Monet tem errado bastante no approach. A revista tem usado o Twitter para divulgar os destaques da programação e isso é ótimo. O problema é mandarem tudo ao mesmo tempo, enchendo os followers de mensagens em seqüência, não dá nem tempo de ver o que tá passando nos canais da NET.

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Top5 videos all time?

O Bernardo Bauer me incumbiu da árdua tarefa de listar meus cinco vídeos preferidos da Internet (não considerei o YouTube porque sempre procuro no WeShow). Antes de começar a esboçar uma lista mentalmente, aviso logo: é impossível. Resolvi, então, postar uma lista dos cinco primeiros que me vêm à cabeça, logo, cinco bem marcantes, desconsiderando a ordem de importância.

1. Noel & Gem @ Cabaret Sauvage

Quem me conhece sabe que eu amo o Oasis. E essa turnê acústica do irmão mais velho com o outro guitarrista da banda me deixou com muita água na boca. No vídeo, versão ao vivo de ‘Whatever’, a-side de um single que saiu lá por 96…

2. I’m gonna kick his ASK!

Fiquei em dúvida entre o menininho do BLOODA! aí embaixo e o relacionado, da menininha que diz que vai chutar a “munda” do monstro. Vai o da menininha. Pelo ineditismo neste espaço, pela fofura da mocinha e pela expressão sensacional que ela faz ao fim do filme.

3. Ask a gay man

Porque eu ADORO o William Sledd que, btw, faz aniversário junto comigo. E isso explica MUITA coisa.

4. Dublagem de ‘Flagpole Sitta’, do Harvey Danger

Porque esse vídeo é do caralho, porque ele me faz sorrir e porque eu quero trabalhar num lugar assim.

YouTube Preview Image

5. Dramatic Chipmunk

A única repetição da lista, já postei aqui antes. Mas nosso Prêmio Shell de teatro MERECE o espaço.

MENÇÃO HONROSA: esse entrou de última hora, mas precisa ficar registrado. Algum ser genial colocou uma máscara de caveira em uma OVELHA e ela saiu assustando todas as amiguinhas. Fechem o mundo agora, tá? Podem subir os créditos!

*****Se é pra espalhar, espalhemos pois. Quero ver a seleção do Menezes, da Lia, da Bean, do Felipe e da Dani. Virem-se e continuem a corrente!

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Twitando

Você já ouviu falar em Microblogging? E no Twitter?

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Esse papo me lembrou imediatamente do projeto A Casa das Mil Portas, organizado pelo Nemonox. Lá só entravam micro-contos com até 50 caracteres.

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Banda do dia: Au Revoir Simone, de NY, descoberta enquanto eu navegava no site de uma loja. www.myspace.com/aurevoirsimone. Enjoy!

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Disco do dia: All Things Must Pass, George Harrison. Em loop no iPod.

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Tristeza: ser impedida de ingerir substâncias doces por 24 horas. Felicidade: ter arrumado tempo pra fazer as unhas. A cor? Rosa Antigo.

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São 17. Horas. E. 24. Minutos. E uma das minhaS linhaS ainda está muda.

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Depois de muito resistir, aderi ao Twitter, por pura curiosidade. Essa história de criar um pólo de distribuição de mensagens que comporta até 140 caracteres em cada, tendo como suporte de leitura o celular e os instant messengers da vida, é bem interessante.

Além dos sites de notícias e da minha operadora de celular, eu já recebia mensagens da Mary Zaide, marca carioca de roupas, que sempre envia pro meu celular convites para brunchs, coquetéis e outros mimos que eles oferecem às clientes. Saber que essa idéia já tem ferramentas disponíveis para facilitar a troca e que tem muita gente e PJ aderindo é bem legal.

O único porém é que já estou ficando irritada com a quantidade de drops que muita gente tem mandado. Tudo bem que novidade causa empolgação, mas vamos ser mais cautelosos, né, minha gente? Pelo menos é o que eu tenho achado dessa fase de testes. Vamos ver se eu me acostumo. Se você, amigo irmão do Clube do Caminhoneiro Shell, possuir conta no Twitter, avisa aí! Até porque um dos grandes problemas do serviço é não ter uma caixa de buscas (e não dar a opção de separarmos os followers por grupos. Imagina que legal fazer um grupo chamado Indies@Rio e poder mandar notícias pra todos que estão nele?)

Ah, sim, a parte inicial desse post foi uma tentativa de deixar de ser prolixa e me adequar ao limite de 140 caracteres. Será que eu consigo?

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Aliás, falando em novas nerdices, também estou no Facebook.

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Telemerda

Oi*, Telemar, você pode estar fazendo o favor de explodir? Grata.

Agora vamos aproveitar o serviço de monitoramento do boca-a-boca online que as empresas têm utilizado bastante pra ver se minha reclamação passa do atendimento précario que elas realizam por telefone e chega a alguém com massa encefálica suficiente pra entender o meu problema.

Ah, sim. Oi, eu não sou otária.

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Então.

Eis que eu acordo às 8h da madrugada, pego o telefone e ele está mudo. Ah, beleza, tem outra linha em casa pra isso mesmo. Mas ela estava muda também.

Ótimo.

Pra que servem duaS linhaS de telefone se nenhuma pode fazer ou receber chamadas? E olha que a conta foi paga em dia.

Cheguei no trabalho, ainda sem que oS telefoneS de casa dessem sinal de vida e lá fui eu ligar pra Telemerd, digo, Telemar. Fui atendida por um robô que, em vez de me pedir pra teclar os números doS meuS telefoneS, pediu pra eu falar dígito por dígito. Creio que seja pra dar uma falsa sensação de que estamos sendo ouvidos. Ouvidos de robôs não contam, tá? Mas tudo bem, os robôs conseguiram identificar o problema com aS minhaS linhaS e me informaram que ele seria sanado às 18. Horas. E. Cinqüenta. E. Quatro. Minutos. De. Amanhã. Mais de 24 horas sem telefone? No cu, pardal.

Depois de tentar falar com um ser humano por duas vezes, consegui, mas não sem antes ouvir repetidamente que as linhas do atendimento só estavam ocupadas porque uma tal promoção da Telemerda estava sendo um sucesso. Pro inferno com a promoção, porra! De que adianta promoção se oS telefoneS não funcionam? E eu queria meuS telefoneS funcionando!

O fulano que me atendeu, a princípio, fez o favor de repetir o que o robô idiota tinha dito. E eu argumentei que isso já tinha sido informado, que eu só procurei um atendente pra dizer que não havia CONDIÇÕES de ficar mais tempo sem telefoneS.

Eu sei, senhora, mas é um problema na central“. Primeiro, senhora é a sua mãe, segundo, eu caguei pro problema, caralho, eu quero é meuS telefoneS funcionando. “Já estamos fazendo os reparos, senhora“. Foda-se, é o mínimo que vocês podem fazer, eu quero usar meuS telefoneS, não importa como, porra! “Desculpe, senhora, já coloquei seu caso como prioritário, mas não podemos fazer muita coisa“.

Ah, podem sim. Se eu posso pagar as contas em dia todo o mês, vocês podem me entregar o serviço pelo qual eu pago. E essa prioridade aí vai servir proS meuS telefoneS funcionarem já? Agora? Now? NESTE EXATO MOMENTO?

Apelei. Amigo, minha avó está internada, se acontece alguma coisa, como vão entrar em contato lá em casa? Vocês pagam o pombo correio, telégrafo, o mensageiro, o bardo, a putaqueopariu pra me manter em contato com o hospital? Não, né? Como eu supus.

Tudo bem. O pobre coitado do atendimento não poderia mesmo fazer nada pra resolver meu caso. O jeito? Falar com o setor de cobrança e exigir que essas horas sem linhaS fossem descontadas daS minhaS faturaS. Depois de repetir trinta vezes os meuS dois númeroS de telefone em que só os dois últimos algarismos diferem…

- Oito nove zero um?
- Não, minha filha, oitonovedez, não tem erro.
- Oito. Nove. Dez, ok.

Passa um tempo…

- Oito nove zero um, né?
- Não, é OITONOVEDEZ. E o final do outro é OITONOVEDOISTRÊS. Não é tão difícil assim é?

Depois de se confundir, a mocinha enfim entendeu o que diabos tinha me motivado a falar com ela. “Ah, a senhora quer desconto?” Desconto não, sua anta, que desconto é gentileza. Eu quero é que vocês não me cobrem pelas mais de 24 horas que eu vou ficar sem telefoneS. “Oke, senhora“. Só isso? ““. E como eu sei que essa informação foi realmente processada? “Vou ter que fazer um protocolo, senhora“. Ah, você ainda não fez? E lá se foram mais 15 minutos e a ladainha do oitonovedez mais uma vez.

E quando eu já tinha me dado por vencida…

A titular da conta é a Dona Marize?“. Sim, é. “E por que a senhora está ligando em nome dela, senhora?“. ORAS PIROCAS, PORQUE A DONA MARIZE ESTÁ SEM TELEFONES EM CASA!!!!!!

Agora cá estou eu, fula da vida, com dois números gigantescos de solicitação anotados. Ah, sim, e sem telefoneS.

* Agora as ligações da Telemar são atendidas com a saudação-marca de sua companhia de telefonia celular. Sério, vão tomar no cu, não me irritem.

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Futilezas (sic)

Calças curtas

Apesar da expressão pejorativa ligada ao termo, as calças curtas estão bom-ban-do. Sem entrar em méritos estéticos, a grande vantagem da profusão das pega-frango, como se diz na minha terra, é uma só. Pelo menos para pessoas sub-1,60m (eu! eu! eu!). Resolvi experimentar uma calça dita curta e ela ficou perfeita, no comprimento exato de uma calça comprida. Foi pura felicidade encontrar uma calça que dispensa a tesoura em metade da perna, não ia precisar fazer bainha! Óbvio que comprei.

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Roupa da Zara é coisa de viado. Tá, oke, isso soou mal pra caramba, mas é a conclusão a que eu e um amigo, gay, chegamos. Este amigo, franzino, que deve medir no máximo 1,65m, fez a xepa na liqüidação da rede espanhola. Outros amigos, também pequenos e/ou magrinhos, não encontram problemas em comprar na gigante cadeia. Agora, coloque um homem alto e mais forte e/ou cheinho pra experimentar as peças de lá? Não cabem. O GG parece M e o M parece P. E o P, gente, veste quem? Como roupa justinha não fica bem em qualquer um e não atende as preferências de todos os homens… enfim, chegamos a essa conclusão.

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Loja Melissa, take two

Lembram do vendedor simpático que me atendeu há uns três meses na loja Melissa? Pois é, fui lá dia desses gastar uns reais e o mocinho novamente me atendeu. Eis que o seguinte diálogo se sucedeu:

- Você já esteve aqui…
- Já.
- Inclusive, acho que você comprou comigo.
- Pois é, como você lembra?
- Lembro até do sapato que você levou!

E apontou a Melissa Glam, do Herchcovitch. A azul, pra ser mais exata.

Alguém contrata esse menino pra trabalhar no setor de testes de uma fábrica de jogos da memória? Grata.

Ah, a propósito, aquela Melissa Night cinza-chumbo ali de cima é minha.

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Feliz Dia dos Pais

Porque todo mundo já se estressou com o progenitor assim…

This little kid accidentally hit his little brother in the mouth with his head. That’s not funny. But the facial expressions and the way he says blood certainly are.

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