Ai. Aiaiai. Aiaiaiaiaiaiaiai. Em cima, em baixo, puxa e vai!
Lembra quando eu disse que eu amava meu local de trabalho porque minha chefe me deu o Smile, do Brian Wilson, autografado pelo homem?
Pois é, ontem a outra chefe me deu dois ingressos para assistir ao jogo de vôlei da seleção daquele que deveria ser presidente desse país, Bernardinho, meu ídolo. Depois de um dia corrido pra cacete, lá fui eu pro Maracanãzinho de verde – sem amarelo porque, como vocês sabem, eu não uso – com um Nando à tiracolo, já que mamãe não quis me acompanhar.
Assistir ao vivo a um dos esportes mais bonitos de se jogar é inexplicável, ver aqueles pequenos seres de dois metros de altura pulando o que deve ser equivalente ao meu tamanho é meio assustador. Ver o time do Brasil ganhar de Cuba, então, nem se fala, felicidade pura. Ginásio bem cheio, gente animada, olas históricas, valeu pelo Pan Americano inteiro, mesmo com um mísero cachorro-quente do Bobs no estômago e com a serenidade de nosso querido técnico estressadinho. Ah, sim, tô meio rouca de tanto gritar impropérios para o time rival – de “salafrário” e “corno manso” a “filho da puta“, teve de tudo. “Giba gostoso!” foi só uma vez, pra confirmar minha paixonite adolescente pelo nosso astro gente boa e maconheiro e pra tomar uma bronca do marido. Heh.
Com esse ingresso, amenizei um pouco da frustração pela porcaria da Ticketronic não ter funcionado quando eu tentei comprar os convites para os jogos.
*****
Nomes Adequados
Depois que começou a fazer edições temáticas, a Trip só melhorou. Mas ainda bem que não acabaram com a seção ‘Nomes Adequados’, uma das mais divertidas da revista. Já perdi horas vasculhando a coleção de Trips antigas do Nando em busca de pessoas cujos nomes se relacionem com a função delas no planeta terra. Depois disso, comecei a reparar em tudo que era nome. Vai que ele se adeqüava, né.

No início do ano, fui assistir à peça Mademoiselle Chanel, com a Marília Pêra, no Teatro Maison de France e ao ler o programa, estavá lá: Elisa Maria Conforto, camareira da montagem. Não pensei duas vezes. Mandamos.
E não é que publicaram? Pode ir lá conferir na edição #154, de abril deste ano, com o Dilbert ou uma pelada na capa (para variar). Elisa Maria Conforto é um nome adequado. E eu ganhei um ano de assinatura da Trip por conta da minha percepção aguçada.
Ah, sim. Ainda dá tempo de comprar a edição de Julho, capa do Hermano Vianna, um guru, na edição sobre educação. Tá do caralho.
* Valeu, Zé, pela foto
*****
Mamãe, quero ser indie
Hoje começa o Indie Rock Festival, o ungooglable festival, segundo o Felipe, por conta do nome bem, errr, genérico. Hoje, sobem ao palco Lucas Sant’Anna, o ótimo Hurtmold e os fofos do Magic Numbers. Vô. Amanhã é a vez dos chatinhos do Rakes. Num vô.
*****
Falando em “vô” e “num vô”, os animadores de torcida do jogo ficaram fazendo a dança do siri e a dança dos políticos. Alguém viu se os hits do Pânico passaram na Globo?
*****
Mãe, tô na Globo!
Pra encerrar o pacotão de hoje, last, but not least, amanhã vou participar da estréia do chat do programa Urbano, nova atração da Multishow. Comandado pela fofa da Renata Simões, o programa realiza reuniões de pauta semanais via web sobre um determinado tema, com três convidados a cada edição.
A partir disso, a Renata vai pra rua desvendar as urbanidades discutidas, tudo é editado e vai ao ar no canal da Globosat. O onipresente Cardoso e o blogueiro Bruno Natal já gravaram suas participações.
Eu fui convidada para estar na estréia do chat ao vivo. A partir das 20h de amanhã, vocês podem conferir toda minha sagacidade, esperteza e beleza estonteante no site da Multishow, em companhia do Gustavo Mini, o publicitário-indie do Walverdes e do 1mpar, VJ belorizontino. Falaremos sobre tecnologia, Internet, gadgets e toda a geekness em geral.
Horas depois, às 23h15, o canal exibe a estréia do primeiro programa gravado, com com reprise no sábado, às 17h e no domingo, às 9h. Daqui a duas semanas, o programa do qual eu vou participar vai ao ar. Podexá que eu aviso.
*****
Por hoje é só, pessoal!