Monthly Archive for May, 2007

Ídolos

O mundo é dos bigodes, se é que você não percebeu. Em homenagem ao seleto grupo que usa e abusa da pelugem facial: ÍDOLOS DE BIGODE.

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De vez em quando eu dou sorte

Dólar é negociado a R$ 1,99 pela 1ª vez em 6 anos. E eu acabo de comprar minha passagem pra Buenos Aires, a nova Miami da classe média brasileira.

Ê maravilha! \o/

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:~


Como se conviver diariamente com uma Simone – a chefe – totalmente grávida não bastasse, um telefonema na noite de sábado desencadeou uma crise emocional. A seqüência de minha mãe abrindo a porta do meu quarto anunciando a rara ligação, o “tá sentada?” do outro lado da linha seguido por “adivinha quem tá grávida?” caiu como uma bomba na minha vida. Mas uma bomba de creme coberta por uma grossa calda de chocolate: a primeira reação foi de felicidade extrema. O choque veio logo em seguida. Simone, a “podre” que está aqui, comigo, desde que tínhamos 13 anos, cumpriu nossas previsões e se tornará mãe em sete meses. Mãe. O que significa que serei tia-emprestada. Tia.

Depois de saber as reações da família e do namorado junto dela há mais de quatro anos (”as melhores possíveis, graças a Deus“) – a bomba conseqüente. Dia 30 de junho tenho um casamento pra ir. Ca-sa-men-to. E não é de amigos do meu irmão ou de amigos mais velhos. É dela, a princesinha que cresceu comigo. De uma tacada só: bebê e casamento. Não dá mais para fechar os olhos e fingir que não mudamos. Foi dada a largada para a queda da ficha: crescemos, todos. Simone, eu, Patrícia e Danilo, aqueles que outrora dividiam frustrações adolescentes, agora, mais unidos do que nunca, em torno de uma felicidade que é consenso. Se eu tentei negar a idade ignorando o fato de a Simone ter se tornado empresária com três multimarcas na região, o casamento e o bebê me fizeram enxergar o óbvio.

Muitos telefonemas e conversas virtuais foram necessárias pra acalmar meu pobre coraçãozinho, que pensou que não ia resistir a tantas coisas boas. Há mais de uma semana, me pego ando pelo shopping procurando presentes pra casa dela e vendo em todos os mimos infantis um presente possível pra sobrinha. Sim, porque se depender da vontade unânime, vai ser menina. E uma princesinha, afinal, filha de um casal como esse…

Há mais de uma semana, penso nisso insistentemente e me vejo como uma tia babona, que quer logo saber o sexo do bebê e já planejou visitas para a mãe ao longo do ano para acompanhar a gestação. Si e Gamaliel, parabéns, de verdade. Sejam muito felizes e façam essa criança muito feliz, porque a felicidade é grande do lado de cá. No que depender de mim, estarei por perto, mais próxima do que nunca.

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Escultura aquática

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- “Nossa… parece água, né?”
- “É água, porra”

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Todo mundo espera alguma coisa

… ou “Diarinho de um dia atípico

Fim de semana? Que fim de semana? Ih, já foi e eu nem vi. Também, quem manda passar dezoito horas na rua? Sim. Dezoito. Saí de casa às 8h da manhã de sábado rumo a uma Lagoa ensolarada para ter aulas de História da Moda com a ótima Paula Acioli. Às 13h, o destino foi o Golden Room do Copacabana Palace conhecer o Mr. Gore (que de tanto botox tá uma mistura de Brian Wilson com Zé Dirceu) e, de quebra, dar de cara com uma Xuxa laranja cagando na concordância. Coitados dos baixinhos, meu Deus.

Às 16h, já azul de fome e com a bunda torneada de tanto subir e descer escada, esperei pelo Nando. Já não sentia as pernas, a mão formigava, a cabeça doía e a pressão? Lá no pé. Nunca devorei aquele camarão safado com tanto gosto. De lá, Santa Teresa, para descobrir que quero morar no Parque das Ruínas com mais 15 pessoas em uma comunidade de designers. Designers são legais, como aquela casa. Melhor ainda se tivesse portas. Senhor, o que é aquela vista de 360º do Rio de Janeiro? Com Heinneken, melhor ainda. Frio, pessoas legais, “o que aquele maluco tá cheirando?”, mais frio, chill out pelas ruas de ST e Lapa. Quem precisa ir pra casa e descansar antes do show do Nação Zumbi, né? Quem? ‘Bora aproveitar e encher os tubos de cerveja. Show do Nação. Eu já não era ninguém àquela altura. Não andava, me arrastava. Em um cantinho, encostei e dormi. Dormi placidamente ao som da guitarra esporrenta do Lúcio Maia. Casa da Matriz? No way. Casa, enfim.

Hoje eu sou o retrato fiel da derrota. Me amassa, faz uma bolinha e joga fora.

Alguém faz amanhã ser sábado? Tô cansada demais pra encarar uma segunda-feira.

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Passaporte



UPDATE:

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De que jeito?

Cliquem aqui e façam um Moskito feliz. Sim, ele precisa de incentivo pra voltar a postar. Se não for pelo Moskito, que seja pelo Bólinha.

E viva a panelinha blogueira, unida desde 2002.

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