Monthly Archive for September, 2006

Zara

Roupa da Zara não vem com etiqueta e sim com MANUAL DE INSTRUÇÃO. TRILINGÜE.

Não há pele que não se irrite.

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E, por falar nisso, quem é o imbecil que põe etiqueta em SUTIÃ? Vai incomodar assim lá…

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Encontro de titãs…

… ou “eu daria um braço pra ter estado lá”:

Norman Blake, Teenage Fanclub: We were in Air Studios mixing our album SONGS FROM NORTHERN BRITAIN and one night we bumped into Liam downstairs. We’d met a few times before so after we exchanged how are you’s, he said, ‘Why don’t you come and hear some of our stuff?’ We went down to their studio, he cracked open loads of beers and then he started playing back the songs. Liam was really getting into it; he was singing at full throttle and playing air guitar. The minute one song finished he’d bang on another one, without any time for us to comment on the one we’d just heard! He was really excited, urging us to check out this guitar or listen to that bit. They’d hired this massive PA and he had it cranked up to full volume. It was a wild, wild night and he gave a great performance. We were all pretty astounded. He was really nice, a good host. Great fun. Before that night I wasn’t so sure he was a star but now I know he’s got what it takes.

Daqui. Cortesia da Jac, aquela que assistiu ao show do Oasis ao meu lado e chorou comigo.

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A típica briga de colégio

Materazzi finalmente abriu o jogo e contou o que falou ao pé do ouvido do – DEUS GREGO – Zinedine Zidane para este meter-lhe uma cabeçada no meio do peito.

Como se especulava, xingou a irmã, a típica piada de colégio. Agora, se todos os meus coleguinhas trocassem cabeçadas por causa de piada envolvendo mãe, irmã, avó, todos estariam com as caixas torácicas afundadas.

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Sobre o caçador de crocodilos que foi atacado por uma sanguinária arraia (pffff): eu, eu, eu antes ele do que eu. Como conversei com o Tode, PEDIU, LEVOU.

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Brrrrrrrrrr

Então tá combinado, né. Foi decretado que hoje é o dia oficial do “CARACA, QUE FRIACA!

Com os termômetros marcando 13º somados à chuva que não pára de cair, jogamos a sensação térmica pros 10º e FODEU, tá um frio da porra no Rio de Janeiro. Frio que eu não lembro ter sentido nesses quatro anos e meio em que moro aqui. Frio que seria minimamente agradável se estivesse fazendo sol, mas não.

Chove incessantemente.

E é por essa raridade climática que eu procurei pelas minha coleção de roupas de lã e não encontrei. Tudo foi devidamente escondido por mamãe, que em um lapso de pura falta do que fazer resolveu arrumar meu armário e SUMIR com tudo. Tadinha, eu sei que a intenção foi boa, mas agora eu tô de camiseta e blazer. Tremendo de frio. Com a boca roxa.

Ah, hipotermia, que saudade de você.

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Ato único

Cena 1:

É começo de tarde. Liv pega o telefone e liga para Marcelo Caldas. Marcelo Caldas não atende o celular. Liv insiste mais uma vez e, diante da falta de resposta, desiste. Liv se atém às tarefas que precisa executar. As horas passam e chega o fim do dia. Uma menina adentra o escritório e usa o telefone. Liv nem se toca (sacou?) e continua a fazer o fazia antes. O telefone toca. Liv atende. Do outro lado…

- Oi, é que ligaram desse telefone pro meu celular.

- Olha, aqui trabalham várias pessoas, não sei quem pode ter sido, qual é o seu nome?

- Marcelo.

- Ah! Oi, Marcelo!

- Oi?

- Nossa, como você tá fanho!

- Desculpa… quem tá falando?

Liv resolve dar a resposta padrão e inconfundível.

- Chuta.

- Olha, desculpa mesmo, mas eu não sei quem pode ser.

A ficha cai. PLIM.

- Peraí, é o Marcelo Caldas?

- Não.

- Err… eu liguei pra um amigo chamado Marcelo Caldas, foi mal.

- É que eu tô preocupado com a minha esposa e como tinha uma ligação desse número gravada no meu celular…

- Por acaso ela é assim, assim, assado?

Liv descreve a moça que está na sala de espera

- Sim!

- Ah, sim, só um minuto! Fulana! Teu marido tá chamando! Ela já vem atender, tá? Desculpe a confusão.

Liv se enfia debaixo da mesa.

Fecha a cortina.

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As coisas mudam…

- E aconteceu blablablabla e fulano elogiou blablablabla e eu fiz blablablabla…

- E você tá feliz, por acaso?

- Muito, como nunca.

- Então pra mim é isso o que importa. Eu sempre quis te ver feliz, estou bem por ver que você conseguiu.

Eu NUNCA pensei que fosse ouvir isso. Ainda mais depois de tantos percalços, tantos problemas, tantas mágoas. Eu sempre soube que minha felicidade foi motivadora de muitas atitudes, mesmo as equivocadas que acabaram me prejudicando. Mas hoje, tanto tempo passado, eu percebi que tudo fez sentido. E nada estaria sendo tão feliz se não fosse por cada coisa, boa ou ruim, que me aconteceu. E é por isso mesmo que cada segundo de felicidade dos meus dias têm sido tão valorizados. Obrigada, por tudo. Mesmo que você jamais leia isso aqui. Eu sei que você sabe que eu agradeço.

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Do caso clássico em que a imagem vale mais que mil palavras

P.S.: Urge uma foto conzidente com a preciosidade dos itens, I know…

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